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Eu já deveria saber...
31 de dezembro de 2016 | 7 comments
Que eu não acompanharia muitos animes esse ano. Eu sei que ficar falando sobre animes logo agora pode soar um pouco anti-climático, mas eu não tenho lá grandes coisas a dizer sobre esse ano, acho que algo emocionante foi a Olimpíada mesmo, o resto está na primeira postagem que fiz. Aliás, eu tinha que cumprir com o que disse e usar isso para poder falar dos animes que vi e surtar um pouquinho antes do ano acabar pareceu ser uma boa, então se segurem meus queridos!

Era para minha pequena retrospectiva ter saído a umas semanas atrás, mas vai dizer que eu tinha vontade de fazer isso, acabei deixando para última hora. A maioria aqui vai fazer referência a alguns nomes da postagem anterior porque que comigo é assim, ou é o anime que leva ao mangá ou é o mangá que me leva ao anime. Deixei na sequencia em que os vi, com uma discrepância de tempo considerável entre eles.


Sim, esse crush pelo Zapp foi forte.

Vamos dizer que por mais que eu tivesse conseguido montar um checklist para o ano eu comecei me sentindo sem ânimo algum para começar a minha maratona, foi aí que acabei revendo Kekkai Sensen e olha que tinha terminado ele no mês anterior (se é que posso colocar dessa forma, heh). Então vou deixar aqui algumas coisinhas que valem apena serem ditas sobre o anime. A ideia inicial era vê-lo só por causa de um personagem - o Rei do Desespero - então não estava lá muito otimista com a animação, foi aí que me surpreendi de uma forma super positiva! Além de bem feito - o cenário de Nova Iorque com adereços fantasiosos é incrível! - com uma trilha sonora agradável e bem selecionada ele conseguiu me manter curiosa sobre o que veria a seguir sem perder o pique, sem contar que os personagens são um agrado a mais pois com Zapp, Leo e Zed você não consegue segurar um risinho. Mas vamos à parte interessante, ele é bem conciso e fechadinho só deixa a desejar em um fator a meu ver, que seria em relação aos personagens adicionais. Diferente do mangá que nos da uma visão do dia a dia de Leo de uma forma abrangente, com pequenos casos para serem resolvidos na tumultuada Hellsalem’s Lot, o anime teria que reduzir isso para não ficar prolongado (sem contar que se correria o risco de não render muita coisa com isso) e desinteressante, assim surgiram os gêmeos Macbeth que trazem consigo uma história completa e fechada. São eles que dão um motivo maior para o plot do anime, sem contar que os dois são bem cativantes. No final, o anime acabou rendendo mais do que o esperado, o adicional na minha opinião foi ele ser dirigido por uma mulher, Rie Matsumoto.

Outra coisa que me agradou e muito foram a opening/ending de Kekkai, que são incríveis! De um lado temos Hello, world! introspectiva mostrando um pouco sobre a personalidade de Leo e do outro, a dançante Sugar song to Bitter Step que nos dá uma ideia de como os membros da Libra são agitados e divertidos (depois disso eu acabei viciando consideravelmente em Unison Square Garden).

Os melhores irmãos <3

Mesmo depois de rever Kekkai ainda me sentia desanimada com o que assistir, até esbarrar com um post no Pinterest que me chamou a atenção, o personagem acabou me lembrando o Gray de Fairy Tail e por algum motivo resolvi dar uma chance e ver se espantava o desânimo com animes de alguma forma. Até que valeu a pena, já que não tinha grandes expectativas com o anime acabei sendo surpreendida com um quase romance colegial bem diferentão, cheio de personagens carismáticos e agradáveis (ou nem tanto, Haruno estou falando com você!), é possível que você se veja em um deles – assim como eu me encontrei no Hikki e na Yukinon.

Em Yahari Ore no Seishun Love Comedy wa Machigatteiru (oregairu de forma sucinta) temos a realidade de Hikigaya, um garoto ranzinza que não gosta de socializar por certos traumas do passado e acredita firmemente que a juventude não é nada além de uma farsa como ponto de partida e que devido ao seu péssimo comportamento, uma de suas professoras o obriga a participar do grupo de voluntários qual a presidente e único membro é Yukino. Nada muito surpreendente se não fosse o passado constrangedor que Hikigaya guarda envolvendo a garota, ambos possuem personalidades muito semelhantes e por descordarem em certos assuntos acabam criando uma certa rivalidade entre si mesmos. O que surpreende a partir disso é o conflito pessoal que ele começa a ter ao se ver obrigado diversas vezes a ir contra seus princípios, os relacionamentos que Hikigaya constrói sem fazer questão - ele acaba atraindo as pessoas para si por mais que tente afastá-las. E por mais que o plot pareça fugir do nome dado ao anime diversas vezes, ao longo dos episódios o ranzinza do Hikki acaba até ganhando um harém (por mais que eu ainda fique shipando na brincadeira ele com o Saika)! O desenvolvimento é  relativamente bem feito o que deixa a desejar um pouco é a arte da primeira temporada, que é bem feinha, mas a partir da segunda tudo fica bonito, é de encher os olhos os detalhes dados aos cenários e personagens! A trilha sonora também é melhorada sem contar que Yukinon e Yui aparecem cantando na ending, preciso dizer que Everyday World é MARAVILHOSA!

Para assistir Oregairu recomendo não desistir tão facilmente, aproveitar os momentos divertidos e apreciar as formas de pensar distintas de cada personagem porque é certeza de grandes surpresas virão mais a frente, confrontos pessoais e em relacionamentos. Ele nos mostra uma forma de que crescer é não é tão difícil quanto parece, mas depende do você aceitar os desafios que lhe são impostos. Agora é ver o OVA que foi lançado esse ano pra dar uma finalização decente ao triângulo que se formou naquele final totalmente aberto onde não sabíamos com quem Hikki ficaria.

Resolvi conferir Gangsta por dois motivos: o primeiro era ouvir o Nico falando porque se tinha algo que me deixou curiosa era ouvir a voz dele! Minhas expectativas foram saciadas com a voz de Kenjirou Tsuda que fez um ótimo trabalho; e o segundo era poder ouvir a Ally cantando, claro, porque só ler a letra da música não era tudo. A animação me surpreendeu bastante, além de adaptar grande parte do mangá, parando no momento certo. Se ele tivesse ido mais adiante além de se igualar com o bendito do mangá deixaria muita gente de cabelo em pé! Agora se terá uma segunda temporada isso só depende de Kohske.

Kuni -muffled screaming- kida!!!

O que me levou a assistir Bungou Stray Dogs num momento onde eu havia dito a mim mesma que não veria nada da temporada foi encontrar mais um clone do Shizuo nele. Sério minha gente, eu vi o Kunikida e logo pensei "meu pai amado, de novo não" aí depois de três episódios já estava lendo o mangá. E não pensem que foi somente eu a encontrar a semelhança, o fandom de DRRR também se fez presente (mais pela relação dele com o Dazai) nesse momento!!!

Enfim, a adaptação foi bem feita, teve gente reclamando da piada exagerada pelo lado do Dazai mas eu nem me incomodei tanto, acho que depois de tudo o que o personagem passou ficar tirando onda dos outros é o mínimo que ele pode fazer, sem contar que ele é um gênio então as piadinhas tem um pouco de fundamento. As lutas, os casos, até mesmo o encaixe de parte da novel ali ficou bem legal (mas eu suspeitei daquela perda do Akutagawa pro Kunikida, achei que ele fosse capaz de lidar com o loiro com as mãos nas costas), o problema foi nos primeiros episódios tentar não pensar em Izaya quando o Ranpo falava e imaginar um Fushimi mais empolgado com a vida quando Dazai dava o ar da graça, realmente Kamiya Hiroshi e Mamoru Miyano fizeram um bom trabalho.

A primeira temporada acabou no momento certo dando aquela sensação de que Francis seria um vilão bem insuportável de se lidar e quando a segunda temporada apareceu, para quebrar o gelo e aumentar a tensão nos fãs, os primeiros episódios foram baseados na novel que conta sobre o passado de Dazai e garanto que ali rolam muitas emoções conflitantes meus queridos (ODASAKU (ಥ_ಥ) só depois voltamos no tempo e temos o embate tríplice entre a agência de detetives, a mafia e os estrangeiros da guilda. O passado do Dazai é triste mas poder ver o Double Black animado e ouvir Taniyama Kishou dando voz a ninguém menos que Chuuya Nakahara foi bom demais pra mim.

E Luck Life deixou seu selo de qualidade nas duas endings do anime, essa foi outra banda que ganhou minha atenção.

Servamp só me fisgou a principio pelo Kuro, o começo é bem engraçadinho e o desenvolvimento é bem feito, mas ainda tenho a sensação de que faltou algo a mais, assim como no mangá, sem contar que aquele final foi broxante demais. Céus, não me esqueço mais da importância de um abraço na vida de uma pessoa! #FreeHugsAways Ah, e eu notei a referência naquela ending viu, Servamp? Não foi um Sugar Song mas foi fofo até, Sunlight Avenue entrou na minha playlist pela doçura.

Um dos momentos mais lindos do anime <3

O motivo por trás da minha curiosidade em ver Kono Bijutsubu ni wa Mondai ga Aru! (konobi para ficar mais fácil) se dava ao anime se tratar de um CLUBE DE ARTES, logo pensei que fosse ver algumas coisas relacionadas ao assunto nele mas vamos dizer que fui trolada da melhor maneira possível /insira risinho desanimado aqui/ a realidade do anime é um pouco diferente do que esperava, temos a vida dos membros do clube em primeiríssimo plano e conceitos artísticos salvos pela mente racional da Usami. Não que eu reclame disso depois de tê-lo terminado, na verdade eu super recomendo ele caso você queira ver algo descontraído e engraçado para passar a tarde e também aconselho a assisti-lo aos pouquinhos, se for pra ver em um dia acaba perdendo a graça.

Os momentos de comédia são dados por: Usami, a única racional que realmente diz algo relacionado a arte no clube, sem contar que ela tem uma paixonite gigante pelo Uchimaki; Uchumaki, um otaku que só entrou no clube para passar as tardes fazendo algo pois a temporada de animes havia acabado; Colete, uma americana que faz qualquer coisa só não para muito no clube e o sensei que só dorme mas também tem seus momentos filosóficos. No decorrer dos episódios vão aparecendo outros personagens que possuem (ou não) ligação a eles, como o trio de amigas de Usami que tentam empurra-la para cima de Uchimaki, a Imari que uma das colegas de sala de Uchimaki, outra otaku que causa um sentimento de ciúme verde na pobre Usami, a atrapalhada Yumeko que assume como mentora do clube e a pequena Moeka que é uma gracinha de pessoa!

O que me pegou de jeito foi a paixonite de Usami, senti uma forte empatia por ela, pois já senti na pela as sensações pelas quais ela passou. Não desista Usami querida, um dia o Uchimaki vai largar as waifus e notar a coelhinha que vive ao lado dele!

A minha meta era conseguir finalizar a segunda temporada de Aikatsu! com todas as glórias, mas a enrolona aqui não foi muito além do sétimo episódio, isso porque sempre o via pela madrugada e também teve aquele problema com o anitube no meio do ano, o que dá para dizer é que essa disputa entre Dream Academy & Starlight Academy esta muito proveitosa de se ver! A rivalidade entre escolas existe mas é sensata, o que as meninas tem para resolver é feito no palco porque fora dele são todas amigas dispostas a se ajudar para melhorarem juntas (seria bom se na vida real as coisas rolassem da mesma forma), sem contar que as parcerias nas músicas são linda demais. O ponto alto até então se dá a estreia da brand da Sora, a Bohemian Sky, que por acaso é uma das minhas favoritas!

Lhes apresento a dupla bombástica, KatsuDeku. Inocentes mas nem tanto.

O pouco que tenho a dizer sobre o anime de Boku no Hero Academia se dá a opening/ending cheias de significado, ao seiyuu do Katsuki que conseguiu me pegar com sua tensão sádica, e as lágrimas que Midoriya Izuku me fez soltar lá nos primeiros episódios. De resto, a adaptação foi bem feitinha em todos os pontos e recomendo a quem gostar de super heróis em treinamento.

Outros animes que conferi, porém em poucos episódios foram Danshi Koukousei no Nichijou (daily lives of high school boys) com três episódios de pura gargalhada! Nunca pensei que a temática de garotos colegiais pudesse ser tão hilariante! Outro nome que achei nas tirinhas do Pinterest, recomendo para aqueles que querem rir um pouco do dia a dia de três colegiais divertidíssimos! O outro é Get Backers que foi bem na curiosidade mesmo, esbarrei com uma imagem do Ban, ele me lembrou o Alucard e no momento seguinte eu já estava assistindo! Até que parece ser uma boa pedida, dois caras poderosos que ajudam as pessoas a encontrarem seus bens perdidos e muitos episódios cheios de história pra contar, o mais aqui se dá pela dublagem, porque já fazia tempo que não via um anime em pt-br e a voz de Mauro Eduardo no Ban ficou incrível!!


Sinto que me saí melhor falando dos animes do que dos mangás, isso é meio contraditório pois eu aproveito mais mangás a animes, enfim isso se deve a hoje eu estar de bom humor! E como essa é a última postagem do ano, aproveito esse final para desejar a todos que estiverem lendo esta postagem um ótimo 2017, pois todos nós merecemos nos sentirmos esperançosos quanto ao novo ano que nos bate a porta! Espero que todos tenham uma passagem de ano incrível, façam as suas simpatias corretamente e aproveitem a queima de fogos, porque ela é sempre maravilhosa, adoro quando consigo ir a praia para vê-la, se tudo correr bem, esse vai ser um dos anos em que consigo. Sorte para mim! 🎉


Wishing a happy new year for all of us! ♥

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