Snow escreveu 25 de dezembro de 2017 with 0 comments
Feliz natal a todos que tropeçaram por aqui nesta data tão bonita quanto simbólica! Espero que estejam rodeados de pessoas boas e que tenham muita comida para devorar e, se você conseguiu ganhar um presentinho, parabéns! Esse ano pude pelo menos presentear algumas pessoas com amuletos orientais e estou esperando a minha encomenda chegar, enfim posso dizer que meu coração está bem quentinho e fico grata por isso. Agora *pega megafone de bolso* eu finalmente consegui escrever algo temático e postá-lo na data certa!! Meus caros, não sei nem descrever a minha empolgação!! A inspiração venho tão naturalmente que eu nem me importei, só escrevi e deu nisso e estou feliz demais com o resultado.

Espero que gostem, são alguns drabbles de alguns casais que gosto (e me lembrei na correria em escrever) que giram em torno do natal e ano novo. Nos vemos lá embaixo, ciao!


[ natal - fushimixyata couple - k project ]

Misaki se sentia entusiasmado, aquele tinha tudo para ser um ótimo natal! Se comparado aos outros, haviam mais convidados que o normal, a sede da HOMRA nunca ficou tão cheia, todos os clãs estavam reunidos para a maior festa que aquele lugar já vira. Kusanagi nem ao menos tentou impedir quando Munakata e Seri apareceram no bar semanas antes para darem sua ideia a Anna, atual líder, e a garotinha não poderia ficar mais feliz com isso. Moveu céus e terras para conseguir unir todos os antigos membros e nem tão velhos inimigos naquela que seria a primeira confraternização de todos os clãs que já haviam sido grandes rivais.

Prata, verde, azul e vermelho, todas as cores se misturavam as luzes que mudavam de cor de minuto a minuto, pessoas riam, bebiam, comiam e traçavam um futuro inteiramente novo naquela noite de natal.

O vanguarda esquentado se sentia dentro de uma bolha de agito, todos ao seu redor pareciam contentes em estarem juntos, farpas a parte, não existiam mais motivos para partirem para a agressão física (o que ele considerava uma pena) por mais que isso houvesse deixado muitas cicatrizes era algo que estava no passado e ali, eles estavam por concretizar o novo. Ao menos era assim que Misaki preferia pensar, ele conseguira reatar sua amizade com Saruhiko e isso já significava algo, uma mudança. O que o incomodara era ver ele saindo pela porta da frente com uma cara nada feliz.

E ele pretendia ignorar o ato do amigo, Saruhiko nunca fora uma pessoa adepta a festas mesmo. Bem, isso até Kusanagi e Anna aparecem ao seu lado.

— Yata, porque não vai atrás dele?

Ele queria rebater e dizer que não queria ter que lidar com seu amigo rabugento logo no natal mas Anna o interrompeu antes mesmo de abrir a boca.

—  Ele parecia querer lhe dizer algo mas não queria incomodá-lo, você parecia aproveitar a festa melhor do que ele.

Nya, ele nem mesmo quis brincar comigo.

— Você tende a ser agitada demais, Neko. Isso deve ter assustado ele.

Ele não percebera quando a mulher gato e o cara alto com cabelos de princesa haviam aparecido na conversa. Sua mente estava dispersa com a ideia de Saruhiko desistindo de lhe contar algo, eles haviam combinado que isso não precisava mais acontecer entre eles e agora Yata Misaki estava irritado, sua empolgação havia virado para o lado oposto e ele adoraria poder socar a cara do seu melhor amigo por ser, bem, um grande babaca.

E assim ele abandonou o grupo que já tinha mudado o rumo da conversa no meio de seu devaneio.

A cidade estava gelada do lado de fora mas aquilo não o incomodava enquanto corria pelas calçadas, seus olhos buscando por qualquer sinal que o lembrasse de Saruhiko. E ele seguira assim até avistar um garoto vestido perfeitamente bem e tendo seus cabelos azulados cobrindo o rosto quase anulando a existência dos óculos de grau observando um vitrine de bolos natalinos. E ele faria um belo estardalhaço que chamaria a atenção de qualquer um passando pela rua mas se conteve, preferindo ser sensato naquele momento

— O que houve para sair tão de repente, Saru?

Como resposta ele ouviu um estalar de língua.

— Não queria atrapalhar a sua noite.

— Você sabe que não atrapalharia nada, idiota. O que você queria me falar?

Com isso Saruhiko pareceu perder a vontade de ser sarcástico, não seria uma ideia tão ruim dizer logo o que tinha em mente a semanas.

— Você gostaria de voltar a dividir o apartamento comigo? Acho que agora nós conseguimos fazer dele a nossa base secreta.

[ ano novo - leonardo watch - kekkai sensen ]

Se tem algo que todos os funcionários da Libra concordam é que quando a agencia decide fazer uma confraternização ela tem que ser de arromba! Em lugares grandes e espaçosos, bem distantes dos olhos curiosos que costumam rondar Hellsalem's Lot.

E esse ano Leonardo estava empolgado por ser ele quem cuidaria da organização da festa de ano novo e nada, especificamente nada, poderia dar errado. Era o seu primeiro ano como um membro da misteriosa Libra e ele não queria fazer feio. Ele só não contava com um de seus amigos acabando no hospital por causa de uma briga de rua - com certeza Zapp, não havia sombra de dúvidas - e outro acabar quase a beira da morte em uma luta ferrenha contra um Blood Breed.

Mas é da Libra que estamos falando e todos os seus membros são o perfeito exemplo do ditado "vaso ruim não quebra". Sendo assim, Leo só podia aproveitar a noite com todos reunidos, bebendo e dançando, pensando o quão bom poderia ser dividir esse momento e os fogos de artifício que queimavam longe tão nitidamente com sua irmã, Michella.

Ele deveria ter trazido a sua câmera.

[ natal - izukuxkatsuki couple - boku no hero academia ]

— Cara, é só desejar boas festas pra ele, não é como se isso fosse te matar.

— Mas eu quero é poder matar ele! Seria um ótimo presente de natal.

— Bakugou, você sabe que essas suas atitudes são péssimas. Anda logo, vocês só vão se ver depois das férias já que você destesta a ideia de passar o festival de ano novo com a sala toda!

— Kirishima. Não.

— Bakugou. Sim.

— NÃO!

Honestamente, Katsuki Bakugou não entendia aonde ele tinha que dar ouvidos aos conselhos nada agradáveis de Kirishima. Ele não entendia o que ele passava, não compreendia todos os seus sentimentos acorrentados a ódio e insegurança destinados somente a Midoriya Izuku. E ele não iria, de forma alguma desejar boas festas ao idiota de cabelos verdes, nunca, nem se estivesse morto e enterrado. Mas seu amigo - se é que ele poderia considerá-lo dessa forma - de cabelos vermelhos se mostrava irredutível a ideia.

— Anda cara, daqui a pouco a gente nem vai mais estar aqui e você vai poder gritar e explodir ovos na cozinha da sua casa com toda a raiva que tem guardada aí dentro.

Aquilo não era o melhor empurrão de todos mas até que pareceu se sair muito bem quando ele viu o sorriso maníaco característico de Bakugou.

— Certo, mas você não precisa estar colado comigo quando isso acontecer.

Com os polegares para cima, demonstrando que era aquilo que ele queria ouvir, Eijirou foi se reunir com um grupo que conversava animadamente sobre o fim de semestre.

— Consegui Uraraka.

A garota que era conhecida por fazer objetos flutuarem parecia contente com a notícia.

— Perfeito.

Ao final da última aula, enquanto o professor lhes desejava boas festas com uma expressão cansada e todos os alunos pareciam frenéticos com a ideia de poderem descansar um pouco enquanto corriam pelo corredor aos berros. Era um bom momento para festejar. Ainda mais com a aposta que todos na sala haviam feito sobre a dupla maravilha que só causava estragos nas aulas práticas. Será que Bakugou cederia a ser benevolente com Midoriya ao menos uma vez?

Era difícil de esconder a expectativa quando Uraraka declinou do convite de ir com Izuku para casa, fora mais complicado convencer Iida de fazer o mesmo. Todos estavam ansiosos quando viram e ouviram Katsuki chamar a atenção do outro no seu melhor estilo, no grito. Coitado de Izuku, parecia prestes a levar uma surra daquelas, todo escolhido que estava, porém sua posição mudou quando escutou o que a bola de fúria tinha para dizer.

— Kacchan...

Ele nem conseguiu terminar o que tinha pensado em dizer, pois havia sido interrompido pelos gritos de vitória que Uraraka e Kirishima davam em unisono enquanto os outros alunos pareciam desacreditados que tinham perdido.

— KIRISHIMA SEU MALDITO!

Eijirou nunca correu tão rápido em sua vida.

[ ano novo - killuaxgon couple - hunter x hunter ]

Killua estava custando a aceitar a ideia de que mais um ano estava no fim, foram tantas viagens ao lado de Alluka que ele nem percebera o tempo passar. Ele queria que Gon também estivesse ali, com ele para poder apreciar a vista. Já fazia tanto tempo desde que o vira pela última vez e mais um ano estava para começar sem que eles houvessem se reencontrado.

Os fogos de artifício poderiam ser lindos mas não pareciam ter o mesmo brilho que teriam se o garoto que parecia o sol encarnado estivesse ao seu lado, não em mais uma de suas viagens com Kite.

— Eu queria poder ver ele de novo. - desejou em voz alta para que talvez toda a renovação que a virada de ano trazia pudesse atendê-lo naquele pedido tolo.

— Quem onii-chan?

— Gon.

— Aquele seu amigo que a Nanika salvou?

Ele se virou para a irmã mais nova com um sorriso triste e acenou com a cabeça, para depois prendê-la em um abraço apertado, tentando passar de alguma forma seus sentimentos.

— Feliz ano novo Alluka.

A garotinha não deixou de sentir tristeza ao ver o irmão mais velho daquele jeito, ela odiava vê-lo daquela forma, sem o seu olhar confiante, ali a abraçando fortemente ele estava completamente desarmado e isso a entristecia, ela queria poder realizar aquele desejo de alguma forma. E dentro de seu cerne, Nanika não deixava de concordar com seus sentimentos - ela não gostava daquele Killua - mas de alguma forma, ela poderia mudar a situação e atender o pedido de seu irmãozão.

Naquela noite, depois de todas as luzes, risadas e doces, quando eles dormiam tranquilamente no quarto do hotel Gon apareceu para Killua, em seus sonhos com o seu sorriso que conseguia deixar a lua com inveja.

[ natal - nicolasxalex couple - gangsta ]

— Ally, Ally! Não demora não, todos estão nos esperando!

Worick parecia muito mais animado que o normal. Os dois haviam saído para comprar mais bebidas - já que ele mesmo conseguira acabar com o pequeno estoque que tinham - enquanto os poucos convidados que tinham se reuniam na sede da Benriya para a ceia de natal.

Alex se sentia radiante, não imaginava que chegaria a fazer parte de algo assim tão cedo, não com todos os problemas que vinha enfrentando desde antes de conhecer os faz tudo. Era refrescante poder ver sorrisos novamente, poder ter seu irmão por perto novamente. Nem se passava pela cabeça dela que chegaria a poder ver e reconhecer Emílio novamente. Ela tinha tanto a agradecer, principalmente aos dois amigos que a ajudaram desde o começo.

Alex se sentia tão feliz.

Assim que subiram as escadas podiam ouvir as conversas animadas de quem estava dentro do pequeno apartamento. Os móveis tinham sido rearranjados para comportar as seis pessoas que ali ficariam. Nina e Nico estavam sentados no único sofá que tinha na sala, e enquanto a pequena enfermeira brigava com o surdo espadachim para não exagerar nas doses de seu remédio, seu superior e até então guardião doutor Theo, observava as ruas pouco iluminadas de Ergastulum enquanto fumava seu cigarro vendo a fumaça que se diluia em meio a noite.

Todo o som se calou quando a porta fora aberta.

"Vocês demoraram", Nico sinalizou com uma das mãos.

— Desculpa Nick, mas foi difícil decidir o que comprar.

— Ele queria trazer todas as bebidas da venda! Foi sorte nossa a senhora Joel ter aberto para nós e ele ainda queria fazer cena.


Depois de comerem, todos se reuniram em frente a televisão que Worick conseguira comprar depois de muito tempo sendo acompanhados pelo pequeno rádio de mesa, para assistirem a programação temática. Alex e Emilio estavam aconchegados no pequeno sofá enquanto os demais se setavam no tapete, Nina cochilava no colo de Nico.

Tudo estava tranquilo, parecia ser um milagre poderem ter uma noite agradável naquele lugar mas, eles conseguiram. Alex admirava o medalhão que Nicolas havia lhe dado de presente - por mais que ele não estivesse habituado a essas tradições ela admitia o bom gosto dele - enquanto abraçava Emílio que nada dizia, apenas aproveitava o aconchego que a irmã mais velha lhe proporcionava, depois de tantos anos separados aquilo era o melhor pelo que poderia desejar.

— Ei Ally, porque não canta pra gente?

[ ano novo - soulxmaka couple - soul eater ]

— Maka, se você demorar mais cinco minutos eu juro que te deixo aqui para passar o ano novo com os seus livros!

— Será que custa você esperar um pouco, Soul? Eu estou quase pronta e ainda é cedo, deixa de ser apressado!

Ele até concordaria com a artesã se ela não houvesse demorado uma hora para se arrumar! E olhando Maka sair do quarto com Blair em seu encalço fez ele engolir a seco qualquer argumento que tinha em mente para rebater. A artesã estava incrivelmente estonteante com um vestido que ai um pouco acima da altura do joelho com listras verticais em azul, vermelho e branco. Suas características maria chiquinhas ela conseguia aparentar o ar maduro que seus vinte anos requeriam, Maka não havia mudado tanto mas com certeza tinha amadurecido nesse meio tempo.

As ruas de Death City a noite estavam iluminadas, pessoas caminhavam em grupos seguindo para a sede da Shibusen onde Death the Kid organizara a prometida maior festa já feita na escola desde que seu pai se retirara do posto de diretor e ele assumira a posição. A cidade estava em polvorosa, seria uma grande reunião de alunos, ex-alunos e professores para comemorar mais um ano que estava por vir.

E ainda assim, a lua estava negra. Olhar para o céu naquela noite trazia um sabor amargo a boca de Maka, mesmo depois de tanto tempo, ela não deixava de pensar na diferença que Chrona tinha feito em sua última batalha contra o Kishin. Mas a sensação dos dedos de Soul se entrelaçando aos seus fizeram ela acordar de seus devaneios, de repente as estrelas brilharam com mais intensidade, adornando a lua que perdera seu riso caricato.

— Desculpa.

Ele apenas negou com a cabeça.

—  Tenta não ficar assim quando começar a dar aulas, seus alunos vão fazer de você gato e sapato.

— Como se você não fosse estar por perto, aliás, não há nada que um bom livro não resolva.

O riso de Soul ecoara noite a dentro.

[ natal - tsunaxkyoko couple - katekyo hitman reborn ]

Ele não tinha ganho apenas um, mas dois. Dois. De duas garotas diferentes. Dois beijos de duas garotas.

Kyoko e Haru. Dois beijos. Duas garotas.

Não havia nada de errado naquilo certo? Era natal, era comum as pessoas se abraçarem e coisas parecidas, mas ele não esperava receber um beijo logo de Sasagawa Kyoko, seu grande amor e ainda por cima, outro de Haru a garota que adorava fantasiar seu futuro como esposa dele.

Aquilo estava fazendo um mal danado à cabeça do décimo Vongola, ele não esperava por essa, bem no meio da reunião que Reborn havia feito para o natal, convidando todos os membros e amigos da família - até mesmo Lancia estava ali, junto de Rauji e Fuuta, brincando com Lambo. Tsuna não sabia o que fazer, queria muito poder comemorar mas não na frente de tanta gente, seria embaraçoso demais! Ele não pode deixar de notar o sorrisinho que seu pai lhe direcionava quando chegou perto o colocando numa chave de braço.

— Esse é o meu filhão! Conseguiu duas garotas em uma noite.

— Pai, você sabe que não é assim, deixa de ser idiota!

Mas Iemitsu parecia irredutível quando saiu comemorando seu filho estar crescendo tão rápido e isso deixava Tsuna mais constrangido ainda.

— Fica tranquilo maninho, talvez não seja algo tão grande assim! As meninas só queriam mostrar o quanto gostam de você, agora se você quiser por esse lado... Bem, é melhor se decidir logo.

— O seu conselho foi o melhor da noite, Dino.

— Disponha sempre carinha!

E o atual chefe da família Cavallone continuaria ao lado de seu 'irmão favorito' tentando amenizar o estresse do garoto, se não ouvisse a confusão que Hibari acabara de fazer na cozinha tentando uma luta contra Fon e Xanxus ao mesmo tempo.

— Opa! Acho melhor eu ir Tsuna, não pense demais nisso, tudo bem?

— Certo, certo. Obrigada Dino.

Vendo que a casa lotada de pessoas só o deixava mais nervoso, o décimo decidira que era melhor ficar no quintal e apreciar o céu estrelado que aquela noite de natal proporcionava. Tudo parecia se clarear aos poucos e quando deu por si ele não sentia mais nenhum sinal do que passara antes, até mesmo Nuts aparecera para ajudar de alguma forma. O pequeno leão se aninhara em seu colo e volta e meia soltava algum som em sinal de aprovamento. Tudo parecia tranquilo, até ouvirem alguém se aproximando.

— Então era aqui que você estava! Nuts, seu fujão.

— Enma! Eu nem consegui te desejar feliz natal, desculpa!

— Ah, Tsuna! Feliz natal!

Os dois riam enquanto tentavam fazer Nuts se acalmar e deixar de correr atras de uma bola vermelha que tinha se desprendido da decoração.

— Mas porque você está aqui fora? Você deveria estar lá dentro, com todos.

— Eu precisava arejar a mente, depois do beijo que ganhei da Kyoko e da Haru eu não consegui pensar direito.

Enma não pode deixar de rir do comentário.

— Bom, eu lembro de ter visto a Kyoko te procurando, ela tinha ficado preocupada depois que você saiu com uma expressão de quem iria vomitar.

— Enma!

— Desculpe, eu não deveria ter dito isso?

— Não, tudo bem. Obrigado, eu acho.

Ora, aquilo mudava um pouco as coisas, ele deveria se desculpar com Kyoko ao menos, certo? Com isso em mente ele se levantou e deixou que Nuts brincasse com Enma, o que não pareceu fazer muita diferença ao leãozinho.

— Eu vou procurá-la e tentar me desculpar, não quero que ela pense que eu tenho nojo dela ou algo parecido.

— Ótima ideia!

[ ano novo - arnoldxhelga couple - hey, arnold! ]

Hillowood estava em festa, todas as ruas do bairro iluminadas, pessoas indo em direção ao píer onde ocorreria a queima de fogos de artifício para comemorar a chegada do ano novo, tudo parecia mais uma daquelas situações surreais onde todos se dão bem e não discordam por muito tempo sobre algo.

Arnold estava especialmente empolgado com a data e não era apenas o seu lado positivo se mostrando presente, ele estava contente em finalmente poder passar uma virada de ano com seus pais ao seu lado. O garoto não conseguia conter o sorriso no rosto enquanto todos os residentes da pensão caminhavam alegremente, cantando músicas que não concordavam entre si enquanto mais pessoas se juntavam ao grupo, tendo seus pais - um de cada lado - por perto era mais que suficiente para ele, era como se ele sentisse que as coisas dariam ainda mais certo daqui para frente!

O píer estava lotado de pessoas, algumas nem sequer moravam nos arredores, só estavam ali para poder testemunhar aquele que era um dos espetáculos mais bonitos da noite. Arnold estava nos ombros de seu pai observando o encanto que as luzes multicoloridas passavam ao queimar longe da costa.


— Lindo, não é mesmo garoto? - comentou se avô que estava por perto quando ele conseguiu chegar ao chão.

— É vovô, lindo mesmo.

— Só me pergunto o que a sua amiga faz sozinha no alambrado, querido.

E por um momento, o que sua mãe havia apontado lhe chamou a atenção. Helga estava sozinha, seria quase impossível deixar de notar o laço cor de rosa da garota enquanto ela observava o resquício da luminosidade dos fogos.

— Vá cumprimentá-la ao menos Arnold, e convide ela para o nosso café da manhã. Ninguém merece ficar sozinho no ano novo.

O garoto não deixava de se surpreender com aquela a quem chamava de mãe, aos poucos ele conseguia entender de onde vinha toda a sua positividade e benevolência com o próximo. Se bem que, com Helga a história tomava um curso diferente.

A Pataki mais nova não esperava ser abraçada pelas costas enquanto tentava refletir profundamente sobre sua vida, e antes que ela pudesse socar o estranho uma voz fez com que seu coração estremecesse.

— Feliz ano novo, Helga.

[ natal - daikokuxkofuku - noragami ]

— Kofuku, já não tem mais o que arrumar, será que você não consegue ser paciente?

— Mas eles estão demorando.

— Se eles aparecem quando querem não imagine que seriam rápidos quando são convidados.

A deusa de cabelos róseos se sentou ao lado de sua shinki, tentando acalmar seu espirito agitado. Pobrezinha, não conseguia conter a ansiedade em ter convidados para o ano novo, era a primeira vez que era ela a programar algo e convidá-los, não o contrário.

Daikoku sabia que sua senhora demoraria a se acalmar e sentenciou mentalmente Yato a um belo tabefe quando chegasse. Isso até ele ouvir a algazarra de vozes que vinham em direção a venda que eles gerenciavam, o rosto de Kofuku se iluminou rapidamente e qualquer pensamento agressivo que tinha se passado pela mente da shinki se dissipou.

Mais lhe valia o sorriso de Kofuku.



O.k. agora parando para analisar a obra acabou que tudo saiu um pouco solto demais ao tema e os casais não estão tão centralizados como imaginei, mas não posso negar que gostei do resultado! Consegui escrever sobre shipps que temia um pouco como bakudeku e killugon, dei um pouco de brilho ao Leozinho porque eu adoro aquele menino, finalmente consegui fazer algo agradável para sarumi, tentei algo com shortaki e nem acredito que consegui dar um momento feliz para a Alex e seu irmão!! Bem, faltaram muitos outros casais mas foi o que consegui fazer no momento, vou guardar mais ideias para o próximo ano.


Obrigada por ler!

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Vamos lá, eu preciso reaprender a controlar minha ansiedade antes que ela me devore! São tantas ideias, por onde começo? [sighs in mochi]. In:
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