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この目が光を失っても, ぼくは描いてみせる
Um clube de artes para o proveito de todos, onde muitas histórias planejam-se serem contadas. Fique à vontade, você não precisa ser bom com desenhos para se juntar a nós. { }

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{ drabble collection } Sparks fly.
17 de janeiro de 2018 | 2 comments
Essa semana tem sido bem tranquila e quente, uma combinação não tão agradável quando te causa dores de cabeça e desconforto em qualquer posição que queira se sentar, por sorte eu tenho meu amigo ventilador, que me refresca um pouco - e que me deixa sofrer meus surtos sobre ele. É nesse clima relaxado que trago a minha primeira peripécia como shipp de 2795! É uma pena ele não ser bem aproveitado pelo fandom de REBORN!, pessoas por favor, deixem de colocar o pobre Tsuna com a máfia inteira (e suas gerações passadas), grata.

Esta, diferente da primeira 'collection' que fiz no natal será somente sobre um casal, resolvi deixar dessa forma por ser mais de um drabble e bem, é isso. Espero que gostem.



[ admiro-te - tsunaxkyoko couple - katekyo hitman reborn! ]

Ela era tão bonita. Cabelos curtos, castanho-claros e esvoaçantes, olhos amendoados que transmitiam doçura e pureza, um sorriso tão bonito que o fazia derreter-se por dentro. Essa era Sasagawa Kyoko, aos olhos de Tsuna.

Pena ele ser tão tímido a ponto de não conseguir nem dar sequer um "oi" a garota. Era melhor deixar de lado, afinal, ela nunca notaria um inútil como ele. E ele nem se esforçava para mudar essa ideia, um completo acomodado que se resumia a admira-la da janela quando tinha que cumprir detenção por ter chegado atrasado.

Mas ele gostava tanto dela.

sweet tooth ]

Doces.

Garotas amam doces.

E Kyoko era uma delas.

Ela encarava entusiasmada a vitrine de uma de suas docerias favoritas, aguardando a chegada de Haru, sua melhor amiga e companheira de gulodices. As duas costumavam tirar os sábados para saírem da dieta e aproveitarem o que as tortas e doces caseiros tinham de saboroso para oferecer.

Porém, hoje Haru estava demorando. Demorando demais para o gosto dela, não era do feitio da morena se atrasar, muito menos demorar sem avisá-la antecipadamente do motivo - ambas tinham celulares, uma ligação não era tão cara assim - e isso a preocupava.

Estava prestes a ligar para ela quando notou a presença de alguém ao seu lado.

— Tsuna?

Ele corou e coçou a bochecha direita em resposta.

— Oi, Kyoko.

— O que foi? Venho comprar doces também?

— Ah não, a Haru me disse que você estaria aqui, então vim direto pra cá.

— HARU! O que houve com ela? Fiquei preocupada!

—  Ela acabou tendo uns probleminhas com os pais, por culpa do Lambo acabou perdendo o celular também e me pediu para vir te avisar disso. Na verdade ela me obrigou mesmo.

A garota sorriu aliviada, a amiga estava bem, pelo menos. Mas agora sua companhia não poderia vir, seu olhar pousou sobre Tsuna enquanto seus olhos se estreitavam em sinal de uma ideia lhe cortando a mente. O garoto estranhou a expressão que ela adotara, a seu ver ela era gentil demais para ter ideias daquelas.

— Não quer comer doces comigo então, Tsuna?

encontro ]

Reborn o havia intimado.

Bianchi havia caçoado dele.

Lambo rira de sua cara.

I-pin havia dito algo impossível de se compreender em cantonês.

Sua mãe vibrava de alegria.

E seu pai lhe ligara parabenizando-o pelo incrível feito.

Ele, Sawada Tsunayoshi tinha um encontro com sua adorada Sasagawa Kyoko.

Era incrível só de pensar na ideia, um garoto completamente retraído que, na frente de seu objeto de adoração praticamente travava, agora estava de encontro marcado com ela. O que poderia ter ocorrido para isso se concretizar?

Simples. Ele, em um momento de descanso, enquanto conversava animadamente com Enma sobre um jogo antigo que havia encontrado em seu quarto, vê Kyoko diante de sua porta dizendo que Bianchi a havia levado até lá com a desculpa de dar continuidade as aulas de culinária. Ele, praticamente travou diante da visita, gaguejou até que Enma surgiu com a ideia deles saírem juntos - igualmente sem jeito - como uma forma de quebrar o clima ruim.

O clima piorou. Porém, a garota tinha talento em não perceber certas coisas, a brincadeira de Enma foi uma delas e, no final, ela acabou aceitando ao convite.

— Anda Tsuna! Um cavalheiro vai buscar a garota e não o contrário! - alertou a mãe.

— M-mas nem era pra gente ter esse encontro! Vocês entenderam tudo errado! - tentou se defender.

— Você não leva jeito, Tsunadinha de nada - debochou Reborn.

Indignado, o garoto cruzou os braços em frente ao peito. Se não estava enganado, Ryohei dissera que levaria Kyoko até a sua casa para aproveitar e conversar com o mestre fajuto Pao-pao, então não tinha porque dele sair para buscá-la.

A campainha tocou, todos estavam ansiosos. Tsuna atendeu a porta, suas mãos além de suadas, tremiam muito, porém ele se esqueceu de tudo - até mesmo do porque estar indignado - quando botou seus olhos em Kyoko. Ela estava linda, sempre estivera, mas aquele combinado de regata florida com uma saia rosada a deixava adorável, como na cabeça de Sawada.

Ryohei se despediu da irmã, entrando na casa.

Tsuna coçou sua nuca, lhe estendendo o braço direito.

— Então, vamos?

i scream, you scream, gimme that ice cream ]

— Tsuna.

— Tsuna!

— Ei, Tsuna!!

A cada momento a voz se tornava mais urgente, causando certa confusão a mente do rapaz desfalecido ao chão. Uma garota de cabelos castanhos e olhos amendoados chamava por seu nome na tentativa de acalmar-se enquanto tentava acordá-lo.

Ele havia desmaiado enquanto os dois caminhavam pelo parque. Em um momento Tsuna falava animadamente sobre como Gokudera conseguia ser estranho e em outro, havia caido no chão. Bem, era melhor isso do que ele ter caído no chão com os sorvetes que planejava comprar no carrinho para o qual seguiam.

Kyoko, a garota de cabelos castanhos, se encontrava em pânico por não saber como reagir ao momento, não tinha noção de primeiros socorros e muito menos o motivo de Tsuna desfalecer de forma tão abrupta.

— Droga Tsuna! Acorda logo!!

O garoto finalmente efetuara algum movimento, suas sobrancelhas se mexeram como resposta ao chamado de Kyoko, agora ele a encarava como se ela fosse quem havia desmaiado.

— O que foi? Ai, a minha cabeça tá doendo.

Ela o encarou estupefata.

— Você desmaiou e quase me matou de susto!

— Ah, me desculpe por isso, Kyoko. Mas, você não quer sorvete para amenizar o susto?

A pergunta parecia ser o cúmulo para a garota, mas ela acabou aceitando ao convite. O que não sabia era que, um pouco antes de terem se encontrado, Tsuna passava por mais um de seus treinamentos espartanos com Reborn, aquilo só podia ser efeito depois dele passar horas sem dormir.

declaração ]

No final das contas eles sempre acabavam assim, sem conseguir se expressarem da forma como queriam, sempre acontecia um imprevisto que os separava e ainda assim, os unia. Tsuna tinha que admitir, Reborn havia mudado sua vida, incrível um serzinho tão pequeno como aquele ser capaz de tanta coisa. Agora ele tinha amigos aos montes, pessoas que o admiravam e o seu sonho, ser próximo da garota que amava e admirava.

Mas ainda assim ele não conseguia dizer nada disso á ela, sempre havia os imprevistos da máfia.

Ele pedalava sem rumo pelas ruas pouco movimentadas de seu bairro pensando nisso, estava cansado de protelar algo tão bobo mas, ao mesmo tempo, importante para si.

Parou quando avistou Kyoko caminhando pela calçada, acompanhada de Haru, Lambo e I-pin. Com isso, uma ideia lhe passou pela cabeça. Havia chegado o momento.

— Tsuna! - disseram todos praticamente em mesmo tempo.

Ele acenou em resposta, descendo da bicicleta e caminhando em direção a eles.

— Tsuna venho ver o Lambo-san - se gabou o garotinho com pijama de vaca.

— Não Lambo, eu só fui andar um pouco, melhor do que ter de aturar o Reborn.

— Nós também. Chamei a Kyoko para nos divertimos com as crianças., comentou Haru.

— É bom eles terem alguém, além de mim para brincar.

O olhar do vangola pousou sobre Kyoko, "é agora ou nunca", pensou reunindo o pouco de coragem que tinha.

— Kyoko, posso falar com você?

A garota o encarou curiosa, olhou para Haru, que deu um aceno positivo pegando Lambo no colo. Em seu intimo, as duas não sabiam ao certo o que o garoto planejava.

— Não se preocupe, eu levo eles até a casa do Tsuna sozinha.

A garota sorriu brevemente caminhando em direção à ele.

— O que houve, Tsuna?

"E agora?!", o cérebro do pobre garoto estava em pane, não sabia como agir depois do que havia dito, sentia seu rosto quente. Oh droga!

— V-vamos pra outro lugar.

Começou a guiar a bicicleta em direção ao córrego que havia ali perto, era um bom lugar para dizer aquilo que tanto o inquietava. Enquanto isso, a garota o observava curiosa, aquilo a lembrava da vez que conversaram sobre um amigo de Tsuna.

Ao chegarem, se sentaram no gramado.

— E então?

— B-bem, tem algo que eu quero te dizer a algum tempo.

Ela esperou pacientemente tentando não o encarar muito, para não deixa-lo mais nervoso.

— Eu... eu gosto...

"Gosta?", pensou curiosa.

— Eu g-gosto de você Kyoko. S-sabe, mais do que um amigo. Antes mesmo de nos falarmos, eu sempre te admirava - soltou sem jeito, tinha receio de encará-la nos olhos.

— É mesmo, Tsuna? - a pergunta surpreendeu o garoto, que o fez olhar para ela.

— É, e você não sabe o quão difícil foi te dizer isso!, resmungou.

Ela riu, se divertindo da situação, o deixando com o ego ferido. Voltou seu olhar à ele que fez o mesmo, a troca que sofreram ali poderia significar muitas coisas, mas para Kyoko o melhor era ser ela mesma.

— Isso só o deixa mais bonito. Acho que acabei gostando de você também, mas não pensei que dizer isso fosse tão necessário pra você.

— O QUÊ?! Isso é sério?!

Ela riu.

— Sim, Tsuna.


Estou me sentindo tão refrescada! Fazem dois anos que eu escrevi essa série (se é que posso chama-la assim) de drabbles, sentada no sofá da sala, enquanto minha mãe dormia vendo algum filme na televisão, lembro de estar entediada até me lembrar de uma música da Taylor Swift - assim, bem do nada mesmo - e pensar no quanto aquela música tinha tudo a ver com o Tsuna e a forma como ele via a Kyoko e *explosões mágicas* depois disso eu estava escrevendo um monte de ideias, uma atrás da outra. Ficou tão lindo e doce que tive dó de separar tudo em oneshot's. Honestamente, eu adoro a forma que a ideia tomou, obrigada Sparks Fly, obrigada Speak Now!


Obrigada por ler!

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