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{ oneshot } Hear the rain.
13 de junho de 2018 | 0 comments
O tempo de ontem me deixou com uma baita dor de cabeça, calor e secura acabam comigo. Se bem que minha terça foi bagunçada a beça, me surpreende eu ter conseguido manter metade dos meus planos in check ao menos, tudo isso para ser banhada por um temporal hoje, que coisa maravilhosa eu nem tenho guarda-chuva comigo. Certo, devido a bagunça do dia anterior aquele ~especial de dia dos namorados~ acabou sendo arrastado para esta hoje e ele acabou entrando no clima do meu dia atipicamente molhado mais abaixo entenderão. O curioso é eu conseguir digitar tranquilamente depois de ter ajudado a carregar um mesa de centro de madeira por uns dois metros, meus braços não param de tremer.

Com um shipp relativamente novo (li gangsta em 2016, é novo), trago um texto fresquinho, feito no começo deste ano. A ideia inicial era para ser uma sequencia de drabbles mas vi que dava muito bem para juntar (isso na ansiedade de nada ter dado certo com o meu projeto desafiador) tudo e dividir os fragmentos com as músicas-tema que havia escolhido. Espero que aproveitem esses cenários chuvosos e os momentos de nicolex salpicados nessa oneshot!


hear the rain - nicolasxalex couple - gangsta ]

"O que vamos comer hoje
Por enquanto, vamos colocar um avental
Se você me der alguns ingredientes, eu cozinho para você
Uma tigela de arroz e uma colher de molho secreto
Só para você, essa é a minha receita"

O aroma daquele que seria o jantar do trio que formava os faz-tudo subia pelas escadas do pequeno prédio de dois andares, enquanto mexia o caldo da panela Alex cantarolava uma melodia tristonha e conferia para ver se necessitava de algum acréscimo de tempero. Enquanto isso lá fora chovia pesadamente, ela conseguia ouvir a violência da água caindo no chão, mas preferia ignorá-la dando atenção a comida.

A música sempre a acalmava quando se sentia preocupada.

Worick voltara ferido de uma de suas entregas, felizmente não era nada grave, doutor Theo assegurou que era mais uma das muitas que o Arcangelo costumava se queixar quando mais novo. Porém, ele precisva de repouso e conseguir mantê-lo quieto enquanto comia era uma tarefa exaustante para Alex, nada estava bom e ele insistia em procurar uma posição melhor no sofá enquanto arquejava de dor.

 Worick, por favor, coma e fique com a bunda no lugar!

 Mas é que dói tudo Ally! Pelo menos a janta tá ótima, obrigado por cuidar de mim.

 Certo, certo. De nada, agora coma e tente descansar, assim melhora mais rápido.

 Sim senhora!

Depois que Worick conseguiu ir para a cama, uma vitória considerando que ele insistia para que Alex dormisse nela já que era a única cama do apartamento. Por sorte ela conseguira convence-lo de que o sofá não a mataria naquela noite e ele precisava de um lugar confortável para dormir.

E enquanto via as gotas de chuva escorrerem pelo vidro da janela ela se perguntava por onde Nicolas poderia estar. Aquela era a sua segunda preocupação. Ele tivera uma entrega diferente para atender e a mulher sabia que Gina Paul Klee - líder da guilda de twilights - que pedira a presença de Nicolas com certa urgência, era uma mulher implacável quando queria, dirá o que ela queria aquele dia.

Ela só pedia para que o espadashim rabugento estivesse bem.


Já era madrugada quando Alex acordara com som vindo do andar de baixo, descendo a leva de escadas silenciosamente ela se surpreendera com o que vira.

Nicolas estava em frente ao fogão, esquentando o jantar que fizera horas atras.

"Você está fazendo errado, assim vai se queimar", pensou contendo o riso.

E como se houvesse lido seus pensamentos, ele se virou a encarando com o rosto emburrado. É, Nicolas não tinha tanto talento na cozinha, nem para requentar comida.

Tomando seu lugar, Alex apenas pediu para que ele esperasse um pouco que ela o ajudaria. Ela não havia dominado completamente a linguagem de sinais mas com a convivencia que ganharam Nicolas não tinha problemas em entender o que ela queria lhe dizer.

Poucos minutos depois, ela deixara um prato fumegante sobre a pequena mesa de centro que conseguira deixar no térreo para que ele tivesse onde comer.

Incrível como a expressão dele se mostrava impassível, mesmo assim ela sorriu lhe desejando boa noite. E enquanto subia as escadas pode ouvir uma voz grave e arranhada.

 ObriGAdo pela coMIda, alEX.

Era assim que ela tinha certeza de que conseguira um lugar no coração de Nicolas, mesmo que as pessoas ao seu redor disessem que ele não valia a pena, ela sabia que estavam errados, Nicolas era importante.

E receber um elogio dele era como se ele dissesse que a aceitava.


"Parece que há um nevoeiro em volta
Eu não posso ver o caminho que tenho andado
Eu vejo meu eu jovem
Palavras desbotando na tristeza
Tento puxar para fora, o som da minha respiração floresce na minha boca"

Sua vista estava embaçada e tudo parecia tremer do seu ponto de vista, como quando sua pressão cai, mas ela não sentia seu corpo virando gelatina, pelo contrario. Ela tremia, tremia de medo. Seu corpo estava fora de seu controle e ela temia que ele voltasse novamente e fizesse com que ela descesse ao inferno mais uma vez. Seu pânico era tamanho que ela nem reconhecia as vozes ao seu redor, muito menos se lembrava de onde poderia estar.

E tudo evaporou com o toque das mãos de Nicolas sobre as suas. Assim como a presença dele quando se virou, procurando-o, a única certeza de que ele estivera ali estava na sensação de calor sobre suas mãos.


Nicolas era estranho. Brusco na maior parte do tempo, como se tivesse dificuldade em se comunicar com o próximo. Alex sempre achou curioso como ele se comportava com os outros.

Quando soube do passado que ele compartilhava com Worick percebeu o porque dele ser daquele jeito, e decidiu não perder mais tempo se preocupando com aquilo. Nada mudava o fato de que ele se importava com ela, de uma forma atípica mas bem, ela não estava pedindo muito vindo dele.

Ela já havia desistido de tudo quando se encontraram pela primeira vez, não tinha memórias do passado e o presente era dolorido demais para ser sustentado em seus ombros.


A morena depois de acordada de seu transe percebera a chuva saltitando contra a janela do prédio dos faz-tudo e parando para admira-la conseguiu ver o resquicio de que Nicolas havia saido para fazer algo, que no presente momento ela não sabia.

Nada que um pouco de café não fosse suficiente para distrai-la.


Houve um momento em que ela quisera desaparecer, apenas sumir, porém a presença de Nicolas e Worick naquele momento a fizeram abortar tal ideia.

 Oh Ally! Você fez café pra gente! Bem na hora, o Nick foi buscar algo diferente pra comer.

Ela poderia apenas seguir o rumo que eles a guiassem até se cançar, a vista que os dois trouxeram a ela era exitante.


"Você ainda está me ignorando
Sua cabeça está virada
Mas a chuva cai novamente, mais uma vez
Mesmo que doa, meu coração floresce inconscientemente"

A entrada do Bastard estava abarrotada de curiosos naquela noite chuvosa, por algum motivo não havia nenhum alarde para que os seguranças barrassem a entrada deles naquela noite.

Uma voz suave tomava conta do bordel enquanto sua dona fechava os olhos, tomando o cuidado de permanecer delicada em cada nota, com uma precisão natural Alex tinha a atenção de todos naquele lugar onde refugiados com suas dogtags balançando pesadamente em seus pescoços se abrigavam da ira irracional que as outras pessoas tinham por eles. O distrito em que estavam era uma terra de ninguém.

Loretta tinha um coração maior que sua estatura, disso a morena tinha certeza.

A luz estava baixa sendo concentrada nela, na primeira vez que cantara ela sentira o nervosismo formigando sobre sua pele porém, quando o primeiro verso saira de seus lábios tudo parecia tão natural e banal que ela esquecera o porque de tanto medo. Cantar a fazia calma, trazia lembranças de um momento tão longinquo quanto esquecido de sua vida, ela sentia saudades daqueles dias, poder dedicar seu tempo ao irmão mais novo.

Vendo seu público ela não conseguia conter o sorriso que se formava em seus lábios, Alex não deixara de demonstrar surpresa quando a platéia se levantou aplaudindo e essa sensação se repetia toda vez que se apresentava.


 Você não deixa de me surpreender, Alex.

E ela conseguia ver o orgulho brilhar nos olhos da Cristiano ao elogia-la.


Aquela noite estava gelada, a chuva deixara as ruas cobertas por poças de água e um vento frio cortava a viela em que o bordel se situava. Enquanto a morena esfregava os braços numa tentativa de se aquecer sentiu-se engolida por uma manta ou era o que imaginou quando viu Nicolas colocar seu casaco sobre seus ombros.

Ele apenas indicou o caminho com a cabeça, o olhar taciturno de sempre e seguiu na frente. Worick não pode estar com eles naquela noite, uma cliente resolvera importuná-lo até tarde o que impediu o fã número um de Alex de poder ovacionar o talento da morena de olhos claros. Porém, ela estava satisfeita com o ouvinte especial que ganhara naquela noite. No meio de seu ato ela não pode deixar de notar a forma como Nicolas se recostava na caixa de som. Ele não conseguia ouvi-la cantar, isso era fato mas podia sentir o que o timbre de Alex era capaz de causar.

Ela tinha conseguido alcançá-lo a tempo de virarem a esquina e com cuidado para não despertar os instintos errados no twilight ela o cutucou cuidadosamente no ombro. Enquanto Nicolas a observava com uma expressão que dizia "o que foi agora" ela sinalizou o agradecendo pela companhia naquela noite.

Como resposta ele apenas balançou a cabeça para os lados.


"Sem saber, eu estava meio confusa
Você irá segurar minha mão pela primeira vez?
Mesmo se esperar, eu não sei o que você podepensar
Inconscientemente eu fui me apaixonando por você?"

Nina havia pedido o auxilio dela para testar algumas receitas que tinha encontrado em um livro que ganhara de Chad, nada demais, eram apenas pratos doces nada que a morena pensasse ser complicado. Passar a tarde no consultório fora bom, assim como aproveitar a companhia que Nina oferecia, a garotinha adorava aprender as técnicas que Alex ensinava, pegando muito rápido tudo o que aprendia.

A secretária dos faz-tudo não negava que era bom poder passar um tempo longe de seus afazeres diários. Passar a tarde com Nina a lembrava de um lar que a muito tempo deixara de ser seu, a alegria que a companhia de seu a trazia, ela conseguia sentir isso quando estava perto da enfermeira prodígio e queria se permitir mergulhar naquela presença radiante nem que fosse por pouco tempo.


— Alex, o que você acha melhor? Canela ou noz moscada?

 Um pouco de cada deve dar certo, nunca tentei isso antes mas veremos o que acontece. O que acha?

Nina sorrira com sua resposta.

 Tomara que o doutor goste.


Assim correra a tarde das duas, no final a mistura inovadora da garotinha acabara sendo muito saborosa, quase não sobrando doces o suficiente para Alex levar para seus colegas de serviço.

Ela só não contava com a chuva que fosse cair quando estava no caminho de volta.

Com a intensidade que os pingos caiam fora sorte ela conseguir um lugar para se abrigar. Ela acabaria chegando mais tarde que o combinado e esperava que Worick não ficasse preocupado com seu atraso.


Enquanto observava o céu na espectativa da chuva parar ela poder ver um vulto sobre os prédios do bairro em que se encontrava, fora tão rápido que ela pensou estar vendo coisas até o mesmo vulto aparecer novente, agora parado em frente aos seus olhos.

Era Nicolas.

E ele carregava um guarda chuva preto consigo.

Alex estva atôtnita, sem saber o que dizer.

"Worick pediu para buscá-la"

Ah.

Mais tarde, quando ela estava pronta para descançar, descobriu que Worick não tinha visto Nicolas até eles terem chegados juntos.

Talvez Nicolas só estivesse preocupado com ela. Se bem que apenas isso já era algo incomum.


"Eu me sinto tão entorpecida
Quando nossos olhos se encontram
Eu me sinto tão quente
Quando seguamos firmemente nossas mãos"

Um som incomum chamara a atenção de Alex no pequeno prédio que dividia com Worick e Nicolas. Os faz-tudo.

Eram miados.

Não apenas um, mais de um.

Vindos de térreo. O que era estranho porque, pelo que ela se lembrasse eles não tinham gatos.

Os miados eram insistentes.

Mesmo contrariada, a morena descera calmamente pelas escadas e quando chegou no que era a cozinha encontrou o que imaginava.

Gatos. Pelo menos ali haviam quatro gatos.

Quando os pequenos felinos botaram seus olhinhos nela encontraram sua oportunidade de conseguirem comida e, ao invez de fugirem ariscamente, correram para as pernas de Alex.

Aquilo a deixara confusa, gatos não costumavam gostar dela. E percebera outra coisa, os felinos estavam molhados, enxarcados.

O rádio avisara de um forte temporal que cairia naquela tarde.

A porta fora encostada e quando a morena deu por si era Nicolas que acabara de chegar. Carregava sacolas pesadas e dentro de sua camiseta aparecia a cabeça de mais um gatinho. Quando percebeu que Alex estava no terreo e, consequentemente descobrira seu segredo ele não soubera o que fazer com sua cara, nem se ele quizesse conseguiria esconder os gatos que trouxera para dentro do prédio.

Alex não sabia da afeição que o espadashin tinha por felinos.

"Aconteceu algo, Nicolas?", ela tentou perguntar.

"Haviam muitos deles pela rua. Estava chovendo. Achei que seria bom deixá-los aqui enquanto a chuva não passa"

Aquela fora uma resposta bem comprida para Nicolas, logo ele que era de poucas palavras.


Ele acomodara os felinos perto da poltrona que usava como cama, pegou as sacolas, levando-as para a pia, pedindo a Alex para seca-los enquanto preparava a comida para ela.

Fora aí que ela notara que as sacolas estavam com comida para gato. Aquilo era tão não Nicolas que era difícil dela acreditar que não estava em um sonho.

Enquanto secava os felinos esfomeados ela se perguntou o que ele faria com eles depois que o tempo abrisse. Ela não se importaria de ter gatos andando pelo prédio. Logo depois Nicolas apareceu com uma travessa coberta de ração que fez os pequenos desviarem sua atenção da morena.

Ela olhou para Nicolas mas ele estava distraído demais para lhe dar atenção.

Um toque em seu ombro fora o suficiente.

 O vai fazer com eles depois?

A expressão no rosto do espadashim dizia que ele não queria responder aquela pergunta, mas mesmo assim ele sinalizou "vou ficar com eles" enquanto um gato malhado subia em seu colo, ronronando. Parecia feliz.

 Espero que Worick não fique bravo.

E fora assim que a sede dos faz-tudo ganhara cinco mascotes, que andavam para cima e para baixo naquele prédio de dois andares. E que faziam uma festa quando Nicolas chegava.


"O que preciso agora
São sapatos que vão me levar para algum lugar
Alguns que não doam nem parem
Eu sopro a poeira e arrumo as cicatrizes
Eu quero sair"

Havia sido um período triste e obscuro aquele que a trouxera aquele distrito, por um tempo ela nem se lembrava quem era e de onde viera, suas lembranças eram tão nebulosas quanto o vidro embaçado devido a sua respiração sobre ele. Lá fora chovia levemente, era quase impossível encontrar alguém desavisado andando pelas vielas onde o consultório do doutor Theo - que era onde Alex se encontrava. Estava ali para um exame simples, que tinha o objetivo principal de dizer se ela estava livre dos efeitos da droga, que lhe fora dada no começo de sua jornada por aquele lugar.

Quem diria que ela acabaria sendo salva logo quando tudo o que queria era desaparecer sem deixar vestígios. Ela não esperava ter estendidas para si as mãos de dois estranhos, dois homens que mal a conheciam mas que queriam ajuda la.

 Alex, o doutor quer falar com você - era Nina.

A morena apenas acentiu com a cabeça, pedindo para ser guiada até a pequena sala onde Theo costumava ficar para organizar seus prontuários.

Um rangido se fez ouvir.

O olhar que o médico lhe transmitira era sem muita emoção, algo que ela esperava de um doutor tão competente quanto ele e, mesmo assim não deixava de se sentir arrepiada.

 Parece que a droga foi completamente retirada de seu organismo, Benedetto. O tratamento, funcionou.

Os olhos de Alex aumentaram consideravelmente de tamanho.

 Mesmo? De verdade?

Ela ainda estava insegura e se-

 Você ainda tem alucinações?

Ela se pôs a pensar em sua última recaída, a última vez que vira Barry e todo aquele sangue. Tudo isso havia sido deixado para trás, e por mais que ela temesse que a praga voltasse, ela nem ao menos se lembrava de quando tremera feito bambu como costumava fazer no começo do tratamento.

Alex respirou fundo.

 Não. Não mais.

O médico esboçou um breve sorriso.

— Então se considere curada.

Ela nunca se sentira tão leve. Aquele era um fardo a menos retirado de seus ombros.


Ao abrir a porta, vozes podiam ser ouvidas do outro lado. Se ela não estava enganada, estavam apenas os três no consultório. Nina estava acompanhada.

Worick e Nicolas a aguardavam na recepção, ao lado da enfermeira prodígio.

 Então Ally?

— O que o doutor disse?

Eram perguntas demais juntas para ela processar, logo agora que acabara de saber que um dos seus grandes problemas fora resolvido, ela precisava respirar um pouco!

Depois de exalar o ar de seus pulmões, ela respondeu:

 O doutor disse que estou completamente curada.

Nina foi a primeira a comemorar, dando um abraço apertado na cintura da mais alta.

 Que bom! Precisamos fazer algo para comemorar sua recuperação!

 Ei, Nina! Não vá roubando as minhas ideias! - choramingava Worick que fora o segundo a abraçá-la.

E enquanto tinha o loiro colocando-a em um cobertor de calor que era seu abraço, Alex procurou por alguma reação no rosto de Nicolas, porém este apenas encarava a janela.

Aquilo a deixara com uma pontinha de desânimo em seu peito.


Depois de se despedirem e acertarem o pagamento, o trio que compunha os faz-tudo seguiu em direção ao pequeno prédio em que moravam.

A chave que ela ganhara meses atrás ainda pesava em seu pescoço. Ela não queria se separar deles, não ainda.


 Bom, é melhor que você desacanse bem esta noite. A cama é sua e o sofá é meu.

Ela apenas assentiu com um sorriso cançado nos lábios, se dirigindo ao único quarto da residência.


Mais tarde naquela noite, Alex acordara por algum motivo, não por conta de um pesadelo. Quando abrira seus olhos se assustara com a vista em sua frente.

Agachado bem próximo ao seu rosto estava Nicolas.

Seus olhos negros a encaravam como se procurassem por algo ali.

 N-nicolas? O que houve, aconteceu algo?

Ele negou com a cabeça. Pedindo que ela não saísse da cama.

 Então, o que esta fazendo aqui?

"Queria confirmar se estava tudo bem mesmo"

Ela o encarou confusa.

 Bem?

"Se o que você disse era verdade. Hoje você não teve pesadelos"

Então ela fora capaz de compreender o que o espadachim queria dizer.

Com uma delicadeza e audacia além do que ela era capaz de imaginar que possuia, Alex segurou as mãos de Nicolas e assentiu com olhos marejados.

"Eu estou bem, de verdade Nicolas. Sem mais pesadelos", fora tudo que conseguira sinalizar com as mãos tremulas.

De repente a sensação de mãos calejadas dominaram seu rosto, ela pode sentir polegares enxugando suas lágrimas.

— VoCÊ NÃO deveRIA chorAR, AlEx.

Ele estava certo.

Ela não deveria chorar.

Não mais.


"Soa como uma inundação na cidade
Nada que eu digo alcança isso
Eu estou fechando meus olhos no longo silêncio
Belas memórias estão se espalhando"

Chovia.

Tudo que Alex conseguia se lembrar eram das gotas insistentes de chuva que caiam sobre si enquanto observava o céu negro sendo o fundo daquela explosão.

Seu coração se apertava a cada resquício dela que se propagava, tingindo o cinza com um brilho laranja. Havia fuligem no ar e tudo que ela conseguia fazer era ficar parada ali, atônita. Depois de ver os faz-tudo correrem para o perigo iminente, ela os seguira mas perdera a coragem no momento em que ouviu o estrondo, e depois de correr, causando sons molhados de todas as poças em que pisava, ela parou.

Aquele não era o lugar onde disseram terem visto seu irmão? Depois disso ela não saíra do lugar, com diversas coisas correndo pela cabeça, a boca do estômago apertara causando uma sensação de enjoo na morena, e o esforço que fazia para não chorar era grande. Ela não podia ter perdido ele, não agora.

Não agora.

Alex não percebera quando desmaiara, só tinha noção disso quando acordara no consultório do doutor Theo, ou melhor dizendo, o que sobrara dele. O que ela se lembrava como sendo parte do lugar estava depredada e haviam outros feridos em macas dispostas pelos destroços. Talvez aquela explosão fosse a causa.

Uma sensação de calor a trouxera para realidade e quando Alex focara sua visão na fonte que irradiava aquela sensação de aconchego ela queria poder se beliscar para ter certeza de que não estava sonhando.

Os olhos não tinham a mesma coloração dos seus mas a pele sim, o cabelo não mudara desde que ela se lembrava mas seu rosto, coberto por cicatrizes e curativos a faziam se perguntar o que acontecera com ele enquanto ela não estava por perto.

 Emilio - disse com a voz embargada.

O garoto parecia surpreso de ouvir seu nome e ainda mais quando a mulher que tanto observava o abraçava fortemente. Ele podia sentir seu ombro começar a umedecer pelas lágrimas dela. Desde que dois homens enormes apareceram em seu campo de visão, em meio a fuligem, corpos e sangue, perguntando pelo seu nome, de começo a desconfiança surgira até eles mencionarem o nome de Alex. Desde então, ele estava ao lado de seu corpo adormecido, esperando que ela acordasse.

 Oi mana - respondera, retribuindo o abraço e não se importando com as dores que corriam por seu corpo.

Os olhos dele pareciam cançados, ele não deveria estar dormindo direito. O vendo daquela forma fez com se lembrasse de algo importante.

 Me desculpe, Emílio. Eu- eu queria poder te dar algo melhor mas, não pude. Eu- o garoto a silenciara.

— 'Tá tudo bem mana, 'tá tudo bem.


Alex não poderia estar mais grata aos faz-tudo do que estava agora. Ter Emílio ao seu lado era aquilo que ela buscava e agora, a sensação de peso que a assolava vez ou outra se dissipava como as nuvens cinzas no céu.

Sons de água respingando em vários lugares eram ouvidos pelas ruas de Ergastulum. A chuva encharcara toda a batalha que acontecera naquele dia. Enquanto Alex embalava o sono do irmão no sofá surrado e monopolizado da sede dos faz-tudo. Vários eram os pensamentos na cabeça da morena, várias eram as suas possibilidades, mais uma página virara em seu livro e esta era um começo de um capítulo inteiramente novo. Seu irmão estava ao seu lado e tudo ficaria bem.

Pelo menos era o que ela esperava.


"Diante de uma grande parede,  parada ainda sozinha
Você fecha seus olhos para não se machucar
Aquela primeira vez  que teve borboletas no estômago, aquela atração radiante
Onde elas estão agora?"

Seria engraçado de se lembrar que sua mudança acontecera na chuva e que aquele tempo ranzinza lhe trouxera tantas surpresas.

Alex estava certa de que aquele era o melhor momento para começar a trilhar seu próprio caminho em Ergastulum, sozinha, apenas ela e seu irmão. Ela só não contava com o céu cinza desabando quando caminhava em direção ao apartamento que Loretta conseguira para ela.

Tanto ela quanto Emílio estavam encharcados quando passaram pela porta. A chave que outrora pesava em seu pescoço acabara de abrir uma nova possibilidade para ela. O lugar estava parcialmente mobiliado e a morena com certeza iria ter que trocar muitas coisas de lugar mas, só de poder ter um lugar para ela, um sinal de recomeço e com seu irmão ao lado, ela não tinha do que reclamar.

Alex Benedetto era grata. Grata não só a pequena Cristiano, por lhe dar um lar, ou ao doutor Theo, que a ajudara a se curar mas principalmente aos faz-tudo daquele distrito. Se não fosse por eles, Alex não seria a Alex e não teria seu irmão, mesmo que com cicatrizes, marcas que ela tentaria apaziguar com sua presença bem ali, ao seu lado.

Sua gratidão escorria em forma de lágrimas quentes que se misturavam as gotas de chuva que ainda estavam em seu rosto.

Sem pensar ela abraçou o corpo de Emílio que perguntava em vão se a irmã estava bem.

 Agora eu me sinto ótima, Emílio. Eu tenho você comigo.

E afirmar aquilo em voz alta a fazia se sentir ainda melhor.

A chuva não havia cessado quando o mais novo dos irmãos saíra do banho com uma toalha nos ombros. Ele podia ouvir a voz de Alex vinda da cozinha, a mesma música que ele ouvira na noite em que chegara ao distrito. Fora tão difícil conseguir reencontrá-la e agora, poder ouvir o canto de sua irmã era como um lembrete de que tudo estava bem, que ele estava bem.

Os dois irmãos estavam na sala, aproveitando a companhia um do outro quando um estrondo se fez ouvir. E não era do lado de fora.

 O que acha de um jantar, Emílio?

O garoto, um tanto sem jeito assentiu com a cabeça, saindo do aconchego que ela oferecia.


Panelas fumegantes eram postas a mesa quando bateram na porta. Alex estava distraída demais para dar atenção ao som, então o Emílio fora atender ao ruido insistente. Tamanha a surpresa do garoto quando encontrara um monte de rostos assustadores o olhando de forma a não ser ele quem eles esperavam abrir a porta. Eram os amigos de Alex, aqueles que a ajudaram antes que ele pudesse fazer algo.

 Alex, seus amigos estão aqui! - disse em um tom alto.

Quando a morena saíra da cozinha com um pano nas mãos, teve a sensação que seus olhos aumetaram consideravelmente de tamanho ao ver o motivo pelo qual seu irmão a chamara. Eram rostos conhecidos, com facilidade ela podia distinguir Nina, Loretta, Connie, Marco, Worick e Nicolas entre o monte de pessoas espremidas em sua porta.

Vendo que a morena não esboçava reação alguma, Connie tomara a voz.

 Porque não chamou a gente Alex? Eu queria ajudar na mudança.

 É que, o apartamento já estava mobiliado. Eu- eu não queria incomodá-los.

Alex olhava para seu irmão, que se sentia um tanto incomodado com a companhia mas, ignorou tal sensação, se aproximando da irmã mais velha, como um suporte.

Alex não conseguia conter a surpresa que tomou conta de seus sentidos, muito menos a alegria que começava a borbulhar em seu estômago. Com Emílio ao seu lado ela imaginou que não precisava ser mais um incômodo na vida daqueles que a ajudaram mas, ver que todos se importavam com ela a ponto de se sentirem traídos por serem deixados de lado em sua mudança, algo tão simples. Bem, ela se sentia contente demais para se importar com algo além do que seus olhos podiam ver.

 A gente pode entrar, Ally? Ou você não quer a nossa presença? - era Worick.

 Não fira nossos sentimentos, faz-tudo! - cortou Loretta.

 Alex, você não quer a gente na sua casa? - choramingou Connie.

 Constance, deixe ela respirar! Não vê que está surpresa? - Marco tentava apaziguar sua mulher.

Até que um pequeno silêncio se esparramou da porta ao começo da sala de estar. Os olhos da morena tiveram sua atenção chamada quando um pequeno gesto de mãos se fez presente.

"A gente 'tá atrapalhando algo?"

Ela apenas balançou a cabeça, se voltando para a realidade.

 Não, me desculpem. Eu só estou surpresa de todos estarem aqui, pensei em chamá-los depois.

- Depois? - a voz de Nina era tão pequena quanto seu tamanho.

- Depois que eu arrumasse melhor o lugar. Mas já que estão aqui, melhor entrarem, acabei de fazer o jantar.

O anuncio fez com que todos corressem para sairem da porta o mais rápido que podiam, alguns tiraram seus casacos úmidos, outros os sapatos cheios de lama e em menos de cinco minutos o pequeno grupo se encontrava na cozinha, fazendo seus pratos e encontrando algum lugar para sentarem.

 Ah, a comida da Ally - cantarolou Worick.

Nina e Connie trouxeram doces e Worick, algumas garrafas de bebida, em sua maioria suco e água com gás, era curioso ele gostar de bebidas não alcoolicas. Alex arrumava a mesa para poder fazer seu prato quando avistou Emílio, encolhido em uma das cadeiras.

 Seus amigos me dão medo, mana.

Marco, que ainda se servia riu do comentário do garoto.

 Qualquer pessoa é a assustadora, desde que você a conheça e descubra o contrário - disse o capo da família Cristiano.

Alex não podia deixar de concordar com ele.

 Eles podem assustar no começo mas são boas pessoas, não se esqueça disso - ofereceu afagando o cabelo do garoto.

 Eles nos ajudaram, afinal.

De alguma forma, ela conseguira convencer Emílio de se juntar ao grupo na sala.

 Seu irmão é muito calado, Ally - resmungou Connie com um muxoxo.

 Ele só não esta acostumado com tanta companhia.

 Ei, Emilio. O que 'tá achando de viver com a Ally agora? - o loiro tentara puxar assunto.

O Benedetto mais novo parara em meio a uma garfada e enquanto olhava para a irmã, disse algo que a deixara aliviada.

 É bom poder estar com a mana de novo.

Tudo para ter seu sentimentalismo cortado pela chefe dos Cristiano.

 Falando assim, nem parece que é mais velho que eu.

 Loretta!

 É verdade, tem que ter mais peito menino.

 Deixe ela, Marco. Loretta teve que crescer rápido.

 Ei!

E em meio a risos e conversas os dois irmão se viram em um círculo de amizade poderoso. Alex sabia que uma hora ou outra, eles apareceriam para ver como ela estava, só não imaginava que fosse ser tão rápido.

Ali, ela se sentia querida. Alex realmente conseguira bons amigos.

 Hora da sobremesa! - anunciou Nina  Vamos, irmão da Alex, você vai experimentar um dos doces que ela me ensinou a fazer.

Enquanto era empurrado pela garotinha de baixa estatura, Emílio buscou refúgio nos olhos da irmã, que apenas assentiu com a cabeça. Relutante, ele se deixou ser guiado.

Na cozinha, Nina foi até a geladeira, pegando uma travessa e pedindo a ele que separasse o doce em tigelas menores para os outros. Não havia malícia, muito menos receio nos olhos azuis da garotinha, ela o observava com um sorriso no rosto.

 Alex passou por muitos problemas desde que chegou aqui, ela é uma boa pessoa. Me ajudou a cozinhar e cuida do Nico mas, sempre teve algo faltando e agora entendo que era você. Agora ela está radiante!

Emílio encarava Nina com surpresa, sendo totalmente arrematado pelas palavras dela. Houve vezes em que ele duvidava que encontraria Alex, chegou até a desistir mas no fim, acabou sendo encontrado por ela. Saber o quanto era importante o deixava com uma sensação engraçada por dentro.

Mas ele só esboçou um sorriso como resposta.

 Certo, agora vamos levar isso para a sala!


Ao fim da noite, a chuva não cesara e por já ser tarde, todos decidiram que seria uma boa ideia pernoitar no pequeno apartamento, se espremendo pelos comôdos e sem dar voz de autoridade a morena, que acabou espremida no sofá com Emílio em seu colo. Enquanto afagava os fios negros dele não pôde deixar de pensar quantas vezes não imginara essa cena acontecer novamente, sempre que se lembrava que tinha um irmão tudo o que ela sabia fazer era chorar e agora, ela sabia apenas sorrir.

O lugar estava escurecido quando Alex acordara, deveria ser de madrugada, o motivo era o irmão, que se levantara dizendo que tentaria encontrar um espaço vago na cama. Desejou boa noite beijando a testa dela e seguiu pelo corredor escuro. Ela se sentia cansada mas teve seu sono espantado momentâneamente. Observando melhor, pode distinguir Worick deitado em um dos sofás com Nina agarrada ao seu corpo, tentando não cair do móvel, Loretta, Marco e Connie deveriam estar em um dos dois quartos mas, ainda faltava uma pessoa.

Nicolas não parecia estar por perto, tanto que Nina estava dormindo com o loiro, coisa que não acontecia com frequência. Procurando pelos cômodos escurecidos ela chegara a conclusão que o espadashim saíra em algum momento sem avisar, a fazendo se perguntar o motivo.


Em meio a um bocejo ela avistou um vulto na varanda e antes que pudesse esboçar alguma reação, Nicolas estava encostando a porta de vitrais. Seus olhos se arregalaram ao vê-la acordada.

 O que foi fazer Nicolas? Aconteceu algo?

Ele negou com a cabeça e em seguida, a cabeça de um gato malhado saíra de sua camiseta. A morena se lembrava de ter visto aquela cena antes.

"Eu trouxe ele para você, desde que saiu de lá ele tem te procurado. É uma dor de cabeça", sinalizou constrangido.

— O gato?

Ele balançou a cabeça afirmativamente.

Aquele era o gato malhado que ficara grudado a ela naquela noite chuvosa, quando a viu, o bichado miou de alegria, tentando se desvincilhar do tecido que o guaradava para pular nos braços da morena.

Os dois olharam em volta, procurando algum sinal de que alguém havia acordado. Felizmente, nenhuma alma notara a conversa silenciosa que estava trocando.

Os olhos felinos estavam radiantes na penumbra.

 Obrigado, Nicolas. Por tudo, tudo mesmo.

Ele coçava a nuca, ponderando o que seria melhor dizer naquele momento.

 Eu VOU SENtir a suA FALta AleX.

E a morena tinha de agradecer por ele não ter usado a linguagem de sinais para dizer aquilo, pois ela não conseguia acreditar em seus ouvidos.

 Sentir a minha falta?

Como resposta ele se aproximara, a beijando na bochecha.

A morena ficara atônita pelo ato, se resumindo a observar Nicolas dizendo que era melhor ela dormir.


Na manhã seguinte, enquanto os presentes acordavam aos poucos, tinham qualquer resquicio de sono puxados de si diante da visão que tinham num dos sofás da sala. Nicolas e Alex dormiam juntos, um do outro com um pequeno gato malhado espremido entre eles.



Um fato engraçado. Enquanto procurava uma imagem para capa, descobri que o volume oito de Gangsta vai ser lançado finalmente!! GENTE. GANGSTA. ESTÁ. SAINDO. DO. HIATUS. KOHSKE VOLTOU!! /GRITA. Eu fiquei tão empolgada com essa notícia! Finalmente vou tirar minhas teorias a prova e espero que marconnie saiam vivos para contar história senão, que eles morram juntos AO MENOS.

Well, quanto a one aqui, foi uma das minhas ideias mais felizes. Queria que fosse apenas a primeira parte até ouvir música e ter mais ideias aí, deu nisso. Por ser uma junção de fragmentos da vida de Alex e nisso, tempos diferentes, coloquei os trechos de música para separá-los (uma pena a letra de MILK não ter nada que eu procurava), são músicas diferentes e todas estão linkadas caso queiram ouvir. Recomendo todas, só garotas nos vocais.

Será essa a minha primeira songfic? Sei lá, sempre achei songfic meio pombo, lol.

Pensei em colocar a chuva como chave por que, bem eu imaginei que ficaria legal e só depois, quando decidi dar uma relida no mangá descobri que em Ergastulum SÓ CHOVE! /RIARIAIRIA/ mas vá, ficou bom. O que mais posso dizer..? Ah, as falas do Nico saem meio estranhas por causa da surdez dele, como ele não tende a falar muito a voz sai como um disco arranhado. O meu headcannon do encontro dos irmãos Benedetto eu fiz mais por ~obrigação de contexto~ então não sei se ficou realmente bom, eu nem sei como eles vão se reencontrar KOHSKEAJUDANÓS e digo o mesmo da personalidade do Emílio, o que coloquei foi mais uma interpretação mesmo. Os últimos fragmentos ficaram longos por algum motivo desconhecido e o final virou uma festa porque eu quis a Ally com muitos abiguinhos.

/respira/ Enfim, eu adorei trabalhar com esse shipp, vocês não tem ideia do quanto eu adoro a Alex e o Nico e que torço para eles terem um final feliz! É sério, Gangsta pode até ser pesado na realidade mas os shipps curam isso e me fazem ter a sensação de coração esmagado.
E obrigada por estar de volta Kohske!


Eu sei que ficou enorme mas,
obrigada por ler!

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