Um fantasma costumava aparecer na minha janela.
※ 31 de outubro de 2018 (6:21 PM) + comentários (0)
Eu sempre fui muito medrosa, desde garota eu tendo a me impressionar com muita facilidade. Então devem imaginar que eu passo longe de filmes de terror, correto? Nem tanto, eu costumo assistir a filmes macabros por acidente para ver se consigo superar essa boeira de ter tanto medo e olha que até superei meu trauma com O grito, mas com outras coisas... Enfim, um dia de postagem dupla (tomaessaoutubro!) porque um dos temas de dia das bruxas do Together foi sugestão minha (ao menos eu lembo de ter sido, lol), e eu não podia perder isso por nada! Até deixei meu mangá de lado por isso, e logo num momento bem eletrizante por acaso.
[ outubro - histórias reais de terror ]
A minha história é bem breve, já que essa eu presenciei e vi algo de fato mas, desde que eu nasci meus pais tiveram a sorte de morarem em casas assombradas. Tenham como exemplo um velho momento onde eu era apenas um bebê e por algum motivo possuía um daqueles teclados infantis que tocavam músicas bem bobinhas e volta e meia, pela noite ele começar a tocar sozinho, assustando minha mãe.
Bem, esse episódio foi na casa amarela, se não me engano ela nem existe mais. Depois disso nos mudamos para uma casa maior, morando como caseiros de uma família de portugueses e bem, sempre me disseram que aquela casa era assombrada por gerações, mas nada do praxe filme de terror. Acreditem ou não, eu pude ver do quanto essas energias são capazes, e o que um dia fora uma família grande e feliz, ruiu para uma senhora que nem conseguiu sair daquele lugar sem uma cicatriz feia no corpo. Uma amiga minha dizia que sempre via espíritos de velhos membros da família rondando a casa. Comigo porém, foi algo mais leve. Eu era bem novinha e minha irmã já tinha nascido e também um pouco crescida. Nós estávamos saindo com a nossa mãe para algum lugar e bem quando íamos passar pelo portão, eu olho para a janela da cozinha - que era bem ampla - e vejo uma, não achem isso tão tosco mas eu juro que vi uma camiseta branca na janela! Éramos só nós três naquele casarão e eu, boba que era pensei que fosse o meu pai, que usava uma camiseta branca de uniforme no serviço, mas como podem ver não era ninguém.
Houveram aqueles que pensaram que eu tivesse visto meu anjo da guarda mas francamente meus queridos, é claro que não era anjo algum! E essa foi a única vez que cheguei a ver alguma coisa do tipo. Volta e meia escuto coisas estranhas como domingo retrasado, quando não consegui dormir com uma respiração pesada vinda do banheiro que me tirou o sono e me impediu de ir trabalhar no dia seguinte, e com isso consegui melhorar um pouco o meu humor, depois de um banho de sal grosso, lol.Ah, claro que nos mudamos daquela casa. Hoje moro em um prédio pequeno e aconchegante sem assombrações só com sustos da minha cabeça por que esse meu lado eu ainda não consegui melhorar.
Na minha família o que não faltam são histórias, mitos e superstições que volta e meia meu pai conta, ou são as irmãs da minha mãe - as histórias de sítio são incríveis meus queridos, nunca vão a um sem estarem bem protegidos - que sempre que se reuniam acabavam contando das vivências delas e eu sempre ouvia atentamente mas, por mais medo que tivesse nada do tipo me ocorreu o que me lembra do Watanuki que convive com criaturas sobrenaturais e sempre vê alguma coisa assustadora e as vezes acaba fazendo amizade com elas (coitado,sempre que conseguia um amigo descobria que ele era um fantasma!). De alguma forma, ler xxxHolic está me fazendo enxergar esse outro lado de uma outra forma. E esse tema me lembrou e muito o capítulo das 100 histórias de terror!
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Marcadores: primavera, script fairy, together

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Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.