Os laços que nos unem.
※ 9 de outubro de 2019 (9:25 PM) + comentários (0)
Quem nunca sonhou em ter uma turma de amigos no bairro onde morou, quando criança? Não sei vocês, mas esse era um dos meus desejos mais queridos - certo que eu até tive uma, mas foi pelos motivos errados, e uma garota relativamente 'pobre' sendo 'amiga' de meninas ricas é pedir por dores de cabeça e perder a oportunidade de ter um patinete - mas nos bairros onde morei dificilmente tinham crianças da minha idade, logo esse era somente um anseio distante que pode ser realizado na escola fundamental, com um grupo forte de garotas que metiam banca até na direção, para serem separadas de sala por uns três anos. É.Mas as histórias que meu pai contava da infância dele, essas sim me fazem sonhar. É por isso que a Turma da Mônica fala tão alto comigo, por tratar de um grupo bem grande de crianças de um bairro onde tudo pode acontecer.
Até mesmo um menino querer pegar o coelhinho de pelúcia de uma menina para assim, dominar o bairro.
Só fui me aprofundar mais na obra de Maurício de Souza quando a turma cresceu, e a adolescência ganhava proporções maiores com a Turma da Mônica Jovem - TMJ para abreviar, que pode ser interpretado como 'tamo junto' também - que por acaso teve umas séries bem legais, mesmo adaptando tramas japonesas nesse meio.
Mas o carinho pela turma do Limoeiro nunca parou.

E então chegou esse filme baseado em uma graphic novel da turma, onde artistas diversos criam histórias com os personagens do Maurício - só de ver o trailer meu coração palpitou em alegria, os atores escolhidos para os personagens então, me deixaram no chão!
O elenco de Turma da Mônica Laços é realmente incrível! O cuidado para escolha de atores me deixou muito contente - visto que de filme deles até então só tinha em animação.
Demorou um pouco mas consegui assistir ao longa metragem e nossa, não tinha maneira melhor de fazer qualquer pessoa mergulhar no universo do Limoeiro! Independente de quem fosse. Fã ou não, adulto que cresceu lendo os gibis ou crianças que nem sequer sabem quem é o Sansão. Ali, somente com aquela introdução, já faz com que a pessoa assistindo se sinta parte do bairro, um morador que tem de lidar com crianças brincando e pulando muros enquanto se divertem em dias de sol.
E isso o filme faz muito bem, nos cativando para mais um dos 'planos infalíveis' do Cebolinha em pegar o coelhinho da Mônica, ampliando largamente a realidade do ambiente, mostrando muitos personagens carismáticos (inclusive o Leandro Ramos, Julinho da Van do Choque de Cultura apareceu!), que eu tive de elucidar alguns para as pessoas aqui em casa (no caso a Carminha, muitos 'inhos' e 'inhas'), para no decorrer das cenas nos mostrar o verdadeiro foco da história.
O homem do saco que roubou o Floquinho.
Tá, uma pausa para os risos.
Mas vamos lembrar que isso é um filme sobre crianças.

E isso é sério. Você pode até pensar que a ideia é um tema fraco, mas para a Turma da Mônica isso é algo importante. Afinal o quarteto marcante decidiu desbravar a floresta só para encontrar o homem que raptara o cachorro do Cebolinha.
E até mesmo o Louco do Licurgo aparece em cena - que aliás o moço Rodrigo Santoro fez muito bem, deixou o personagem ainda mais querido ao público - e por mais que eu queira não ter favoritismos na turma, eu sempre tendi pela Magali e pelo Cascão, os verdadeiros braço direito tanto da Mônica, quanto do Cebolinha.

magali, um ícone
Mas não se preocupem, eles resgatam o Floquinho (e isso não é um spoilar se você conhece a turma de fato, com eles tudo da certo e lembrando, isso é um filme sobre crianças, 'cês já viram Os Goonies?), e os laços do título fazem alusão aos laços que as crianças deixam pela floresta, afim de marcar o caminho que seguiram em busca do covil do captor de cachorros.
Esse foi um filme que ficou marcado em mim, e se tornou querido em meu coração, pois ali estava toda a essência da Turma da Mônica - a essência de ser criança.
Criança que se diverte, que sonha, que luta pelo que pensa ser o certo - criança que é criança.
Afinal, para mim isso é a Turma da Mônica. Uma história sem fim de como é ser criança.
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Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.