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{ drabble } Careful.

※ 27 de outubro de 2020 (9:27 PM) + comentários (0)
Mais uma vez, trazendo títulos passáveis neste belo mês de outubro - onde tudo o que tenho feito gira em torno de lavar a louça, ler fanfic de bkdk e soma, rir de Modern Family e tentar dormir cedo mas falhar miseravelmente - que por coincidência, é outro sobre vampiros, hm? Será que alguém aqui além de mim, se empolgou com Servamp minimamente? Eu achei bem interessante a ideia de vampiros criados artificialmente ser usada de uma forma mais bem humorada e de quebra, eles ainda representarem os sete pecados capitais, ó só! E não, não fui muito longe na leitura, acabei o anime mas quando os capítulos ficaram bagunçados eu saí sem olhar para trás.

Então fiquei sem entender quando comecei a escrever algo +04092018+ para o Kuro. Eu estava com tanta preguiça de reler o mangá, mas o fiz em nome do meu Outubro Sobrenatural e olha, a história tá bem boa até - literalmente, eu só vim terminar isso essa semana!


[ careful - kuro centred - servamp ]

Havia um personagem pixelado levando golpes consecutivos de um grande dragão, que ele só conseguia ter a certeza de ser tal criatura pelas chamas que soltava e seu tamanho colossal na tela, que quase engolia o pobre personagem que ele controlava. A sala estando parcialmente escura propagava a iluminação do televisor e das embalagens de salgadinhos e bebidas que o servamp da preguiça deixava por seu caminho.

Essa era a sua rotina desde que chegara naquele apartamento, em sua forma de gato, por descuido de um certo colegial em pensar que ele fosse um mero gato de rua.

Pobre garoto.

Mahiru Shirota havia assinado sem ler o contrato que marcava seu destino ao lado de Kuro ou melhor, Sleepy Ash, o líder de uma família de vampiros criada a partir de mãos humanas ou quase humanas, ele mesmo sabendo muito pouco sobre sua própria origem ou apenas se enganando sobre isso, se limitando a fugir de suas obrigações como o cabeça da família vampiros que personificavam os sete pecados capitais.

Kuro fugira bastante. Até que seu encontro com Mahiru mudasse certos detalhes que ele, a preguiça, pouco se preocupara antes de sair de casa. Ele era o irmão mais velho afinal.

O gato, o leão adormecido, a maior força dentre eles.

E ele estava mais do que contente em poder se esconder de suas responsabilidades por debaixo do manto acolhedor que o rapaz oferecia, com um lugar confortável do qual não precisava (e não queria) sair, recheado de besteiras comestíveis e vídeo game até que ele estourasse e estaria tudo bem se continuasse dessa forma, estava mais que perfeito. Mas até mesmo os bons momentos uma hora precisam ser forçados abaixo por ações externas, e Kuro estava no centro disso.

Por mais que houvesse tido sucesso em anos de fuga, uma hora ele teria de encarar a cadeira na cabeceira da mesa de forma definitiva. Seus irmãos o esperavam, assim como os maus entendidos que ele deixara intocados no fundo de sua mente.

A insegurança, o medo.

— Kuro! Quantas vezes eu tenho que dizer para não deixar essa zona na sala?!

Mas ele não queria ter de arrastar Mahiru para o meio dessa situação familiar, aquele não era um problema para ele resolver.

"Se você está certo ou errado não sou eu quem pode dizer, somente você tem a resposta"

Por mais que no final, ter ele do seu lado acabasse sendo sua maior solução.

Chegara uma hora em que apenas ser cuidadoso, se atentar aos outros, ao que os outros poderiam pensar não era o suficiente.

E ter de vencer a comodidade de sua própria preguiça era uma árdua batalha.

— Você sabe que eu não me dou bem com tarefas domésticas.

As mãos ágeis de Mahiru o puxaram pelo gorro do casaco, para longe do televisor.

— Não sou eu quem deixa rastros por onde anda.

— Era só você não ter me dado um nome.

Os olhos do rapaz ficaram sérios por um breve momento, como se ponderasse aquelas palavras.

Eles só estavam juntos por causa do nome que Mahiru dera a ele. Se "Kuro" nunca houvesse sido chamado por esse nome e ganhado uma coleira com um sino, então aquele momento jamais existiria.

Por fim ele apenas balançou a cabeça, ignorando o dito.

— Eu prefiro as coisas do jeito como estão, é só você aprender a comer sem deixar a sala nessa bagunça.

  • Estava pensando em fazer algo relacionado as fases da lua mas, isso seria cansativo e o próprio Sleepy Ash surgiu em mim então, ouvindo Paramore algumas vez encontrei uma saída mais simples - focar apenas no Kuro. E sim, Paramore me tem sido um ótima fonte de ideias.
  • Por até o momento se existir muita pouca informação sobre o Kuro (sério, tô folheando o mangá, 90 e poucos capítulos e nada mentira eu vou chegar nessa parte hoje) logo, tudo o que eu pude escrever é reflexo disso. Ele é consegue ser mais preguiçoso do que eu, céus!
  • Explicando o que o Kuro é de forma resumida: ele não é um vampiro, mas um "servo vampiro" logo, servamp; durante o dia por não aguentar a luz solar ele fica na sua forma animal, um gatinho preto; não é necessário um contrato com um humano mas, quando esse acontece são necessários nomes e um objeto de ligação - o nome do humano e o nome que ele deseja dar ao servamp (no caso do Kuro, seu nome é Sleepy Ash mas Mahiru o nomeou como Kuro) mais algo do humano para o servamp, aqui foi uma coleira de gato, com sininho e tudo; fazendo de Mahiru seu eve (nome dado para os humanos que acompanham servamps).
  • E caso vocês se interessem sobre o estudo dos sete pecados capitais, leiam Servamp! Eu garanto que nesse mangá eles são levados a sério e construídos de uma forma tão humana, que me foi difícil lembrar de outra obra que os tenha feito dessa maneira. Claro que tem as piadinhas e sub-dramas de sub-personagens mas nada nisso invalida a obra, de verdade.
  • TOMA ESSA NAKABA!!! TOMAA!!1!
  • icons emprestados desse tumblr. e eu comecei no meu segundo emprego hoje welp!

Obrigada por ler!

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Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.
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