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{ oneshot } back to You.

※ 21 de dezembro de 2020 (11:02 AM) + comentários (1)
Sim, eu sei muito bem que não faz nem cinco horas que publiquei uma oneshot e já apareço com outra. Não me critiquem nem reclamem, pois eu sei que ninguém além de minha pessoa se importa com isso aliás, apenas aceitem essa oferta de esforço que faço a Kato (usando shizumo, pois shizumo nem apareceu nessa treta com os illuminati, e eu só queria ver esses dois interagindo de novo) por finalmente ter desenhado e roteirizado da forma mais drámatica possível os Okumura fazendo as pazes na trama original, logo agora no mês de dezembro quando eles fazem aniversário. Aceitem de bom grado, pois se teve algo que eu decidi nesse mês é que em janeiro, eu vou é tirar umas belas férias do clube!

Trabalhei muito, ralei muito, não dormi direito por meses em nome disso aqui e dos cem rascunhos publicados, então eu vou me desligar por um mês para repor as energias - muito obrigada! E como esse rascunho de agora é bem velhinho +30112015+ vocês vão notar claramente o que é rascunho e aquilo que escrevi nesta semana.


[ back to you - renzouxizumo - ao no exorcist ]

Aquele estava sendo um dia atribulado para a cabeça de Izumo, logo no último dia da semana seus professores resolveram não hesitar em chamar a atenção de seus alunos quando normalmente não o faziam, deixando assim grande parte dos alunos tensos de uma aula a outra. A garota de sobrancelhas ralas perdera a conta de quantas vezes fora chamada para recitar um salmo, dizer a fraqueza de determinado demônio ou explicar as melhores técnicas de ataque. A informação era tanta que ela sentia a cabeça girar e até mesmo rira - ato que era impensável vindo dela - das trapalhadas que Rin fazia quando tinha sua atenção chamada. Ela merecia um pouco de descanso e para sua sorte, no final de semana sua sala estaria livre de atividades estra curriculares.

Porém o suspiro de alívio fora contido quando Yukio entrara no finalzinho da aula que Shura ministrava com certa moleza, a sobrancelha arqueada da mulher de cabelos de fogo denunciava que aquele não era um evento combinado, ambos os professores haviam sido pegos de surpresa.

— Com o final da aula de hoje, somente as garotas serão dispensadas. Os demais vão ter que ficar - anunciou Yukio com um tom de voz tenso.

A desaprovação dos alunos era clara, vários murmúrios poderiam ser ouvidos.

— O que houve dessa vez? - perguntou Shura.

— Parece que um dos guardiões saiu do controle e ele gosta de perseguir garotas.

Ela se resumiu a balançar a cabeça para os lados.

— Mephisto deve estar se divertindo hoje. - murmurou, aumentando o tom da voz em seguida — Parece que esse é o trabalho perfeito para os seus cavaleiros, quatro-olhos.

E como se o mundo houvesse encontrado a sua fatídica queda, todos os garotos resmungaram em desaprovação.

— Não existe outra maneira rapazes, dessa vez é com vocês - continuou Shura saltando da mesa onde passara a aula sentada — e meninas, a porta é logo ali.

Izumo e Shiemi se entreolharam, virando em direção aos garotos para desejarem boa sorte e saírem o mais rápido que podiam da sala em seguida.

— Espero que não seja nada grave. - disse Shiemi baixinho.

— É só falta do que fazer, aproveitaram que as nossas aulas terminaram cedo hoje para usarem os meninos.

— Mesmo assim, é injusto que só nós duas fiquemos livres disso.

— O mundo não é justo Shiemi, principalmente para exorcistas.

E por mais que naquele momento Izumo compartilhasse do mesmo pensamento que a loira, ela não conseguia encontrar em si a vontade de querer ajudar seus colegas de classe, só a ideia já lhe causava dores de cabeça. Ela precisava de algo que não estivesse interligado a salmos, demônios e exorcistas para terminar seu dia, se não o fizesse tinha a impressão que estaria com um péssimo humor no dia seguinte.

Izumo pensava em ter companhia para a sua ideia de fim de tarde, não que ela já não estivesse acostumada a sua própria companhia mas ao menos naquele dia ela esperava ter alguém com quem conversar, enquanto saboreava um delicioso milkshake de morango mas seus planos foram severamente modificados quando Shiemi recusou o convite por estar encarregada da loja naquele dia, até mesmo Noriko estaria ocupada com um trabalho importante.

Então seriam apenas ela em uma lanchonete incrivelmente bonita, acompanhada de uma taça incrivelmente grande de leite cor de rosa.

E estava tudo bem.

Sua cabeça não parecia estar mais cansada devido aos estudos do dia e para distrair o resto de seu marasmo ela poderia muito bem encontrar o quê ler pelo ecrã do smartphone. A tarde estava agradável, a bebida deliciosa, como ela já esperava - pois Noriko tinha um faro inegável para as melhores cafeterias e lanchonetes da cidade, sendo aquela onde estava um de seus achados - e seu programa cumprira o motivo imaginado, estava tudo indo bem até alguém se sentar a sua frente, naquela pequena mesa redonda de dois lugares, a qual ela esperava ficar sozinha até o momento em que decidisse estar satisfeita o suficiente para ir embora. Essa pessoa colocara um prato de sobremesa com um pedaço de pão doce a sua frente na mesa, ele com a outra metade, acompanhada de uma xícara de café.

Ele porque quando os olhos de Izumo miraram sua companhia, ela não conseguia ter certeza se o pão doce faria com que seu humor melhorasse, pois aquele que estava sentado a sua frente com um sorrisinho insuportável era ninguém menos que Renzo Shima.

O pervertido, tarado, sociopata desgraçado que não largava do pé dela por nada.

Mas ele não esboçara nenhuma palavra quando teve sua presença notada, muito menos se preocupou em dar uma desculpa, apenas passou a comer a sua metade do pão com pequenos intervalos para o café que o acompanhava.

— Você não tinha que estar em outro lugar?

Renzo negou com a cabeça, a observando e notando que os pequenos tiques que a deixaram ansiosa e exausta durante o dia de aula, haviam aos poucos desaparecido naquele meio de tempo e que ela não parecia tão mal quanto antes.

Durante as aulas, Izumo parecia que cairia no sono a qualquer momento.

— A gente acabou bem rápido, o mau humor do Okumura resolveu tudo, então vim ver como você estava.

— Foi tão rápido assim, ou você só deixou eles com o trabalho pesado e me seguiu?

— Ouvir você dizendo isso me ofende Izumo-chan.

A visão dela se estreitou, enquanto sua mente media as palavras trocadas.

— E você não me respondeu.

— Eu não te segui, só encontrei com a Moriyama e ela me disse onde encontrá-la.

— E o que vai fazer agora pervertido?

— Te acompanhar de volta ao colégio.

Ele não tinha limites.

— Não é isso, por que você insiste em me seguir?

— Porque eu me importo com você Izumo.

A forma como ele pronunciava seu nome causava um misto de repulsa e arrepios, que normalmente terminavam com ela ignorando qualquer coisa dita por ele, qualquer coisa que ele normalmente diria mas naquele momento, ter seu nome dito por ele a fez se lembrar de outras ocasiões onde ele agiu de forma tão ambígua, que ela se questionava o que poderia existir por trás daquela fachada ridícula que ele adorava colocar para si. Naquele momento, ela sentiu algo muito semelhante ao que ela vinha sentindo desde que entrara para a academia.

O de que ela realmente tinha amigos com quem contar.

E que agora, ela perdera qualquer apetite ou vontade de permanecer naquela lanchonete por mais tempo.

Juntando seus pequenos pertences na pequena bolsa, Izumo se levantou.

— Já que faz tanta questão, vamos embora. Mas você paga a conta.

O sorriso convencido dele voltava a tona.

— Fiz isso quando cheguei.

E enquanto caminhavam lado a lado em direção a academia, ela se permitiu tentar conhecê-lo melhor. Tentar tirar algo válido e concreto por debaixo daquela máscara de conveniências que Renzo Shima colocava sobre si mesmo e isso a distraiu de qualquer lembrança do começo do dia, de qualquer desgaste remanescente daquela manhã.

E ele não se importou em lhe revelar alguns segredos.

Eles não eram tão diferentes mas ela ainda sentia certa repulsa ao ter esse pensamento cruzando sua mente.

Obrigado por ler!

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※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.
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