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A vila.

※ 8 de maio de 2021 (7:12 PM) + comentários (1)
Em um vilarejo, distante da cidade mas próximo do movimento existia uma casinha pequena, bem ao final da vila onde a rua quebrada se encontrava com a floresta, uma casinha que parecia um amontoado de galhos secos. Nessa casa moravam quatro irmãos, dois meninos e duas meninas, dois casais de gêmeos que nasceram com meses de diferença mas viviam sem os pais. Ninguém sabia ao certo onde os adultos poderiam estar mas todos no vilarejo apreciavam as crianças.

Por medo.

Foi-se o tempo onde esse boato começara mas aquelas crianças tinham um dom muito precioso. O dom de ver a morte. De prever o que está por vir e assim, assustar com quem conversassem. Todos na vila olhavam os casais com medo, sempre de mãos dadas e com rostos apáticos. Quando eles se aproximavam de alguém, o vilarejo se preparava.

Haveria cortejo pela noite e pelo dia.

Os olhos castanhos da irmã mais nova pareceram tristes quando encontraram uma velha senhora que morava distante da feira matutina, os outros pareceram entender a dor da garotinha e se empunharam a preparar quitutes para a noite, quando bateram a porta da senhora, que os olhou com afeição.

"É a minha hora, queridos", perguntou ao qual apenas recebeu sorrisos em resposta.

Havia uma pequena lareira no centro da casa e ali, cozinharam um banquete para a senhora de idade. Comeram, comeram até estufarem e enquanto todos dormiam a mais velha dos irmãos saiu a vila anunciando a perda de uma pessoa querida. Todos os moradores foram a velha casa, se reuniram perto da senhora sorridente em seu sono de morte. Comeram, beberam, riram e choraram, enquanto viam aquela a quem haviam perdido.

Memento mori.
Memento vivere.

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doukyuusei (bijutsubu)

※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.
Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★



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agradecer e se abrir para o novo.