{ oneshot } Renzo Shima detesta insetos.
※ 27 de julho de 2021 (11:53 PM) + comentários (1)
Como esse mês de julho me trouxe uma caixinha de situações inesperadas e alguns pensamentos que não repensava a alguns anos, resolvi estampar o mínimo possível disso por aqui pois vocês não precisam saber das minhas lamurias sempre que estou de mau humor, ou frustrada demais para conseguir me expressar por palavras. Por isso mesmo me aproveitei dos rascunhos que guardei de junho mas com esse daqui foi diferente, ele tá bem fresquinho, o escrevi em praticamente uma hora ou menos e quis porque quis publicá-lo agora pois guardá-lo para depois não me pareceu completamente necessário - é bem bobo e engraçado dado ao motivo dele ter vindo a tona, vindo de alguém que detesta baratas.O que me levou a escrever um drabble sobre baratas? Boa pergunta, ela é tão boa que eu nem sei como responder, só tinha imaginado o Renzo encarando uma barata e o resto é história. Literalmente. Nem consegui pensar num título criativo então fui pelo óbvio mesmo.
- renzo shima detesta insetos
- izumo kamiki x renzo shima
- ao no exorcist
- 699 palavras
Se não fosse pela ligação, pausando automaticamente a música que passava por seus fones de ouvido, Izumo poderia dizer a si mesma que nada havia acontecido e apenas deixar que o toque barulhento de seu celular continuasse até que a chamada caísse na caixa de mensagens mas o ritmo que fluía em sua leitura graças a melodia fora interrompido, então a pessoa do outro lado da linha merecia sua atenção.
"Izumo..."
Até ela descobrir de quem se tratava e querer desligar no ato.
"Não desliga! Não desliga, por favor, eu preciso que você me escute!"
Renzo.
— O que foi agora?
E ele parecia a beira de um colapso do outro lado da linha, ela jurava que conseguia ouvir os dentes dele batendo um no outro!
"Uma barata..." a não, de novo não, "tem uma barata na porta..."
— E o que eu tenho a ver com isso? Mate ela.
"Não! É uma barata! Izumo, as antenas dela 'tão se mexendo! Se mexendo!"
— Renzo, se você matar ela, ela vai deixar de ser um incômodo. Pise nela.
"Isso é nojento até 'pra você Izumo!"
— É só pisar que ela morre.
"Como você pode ter certeza disso? Mesmo sem a cabeça o corpo de uma barata consegue se mexer sozinho! Sozinho Izumo! Sem a cabeça!"
— Para alguém que detesta insetos você até que sabe muito sobre eles.
"É preciso conhecer bem o inimigo- mas sério Izumo, me ajuda... ela tá se mexendo! Se mexendo!"
— Então corre.
"Por que você não abre a porta e me ajuda?"
— Tô ocupada.
Pelo tom de voz dele, ela poderia imaginar a expressão totalmente descontente com o que ele dissera em seguida.
"Lendo"
— Exatamente, e vou continuar lendo mesmo que você comece a gritar feito um maricas.
"Izumo não seja cruel comigo..."
— Renzo, eu vou encerrar essa ligação, você vai abrir a porta e me deixar em paz.
"Não! Izumo ela 'tá chegando perto do meu pé!"
— Você não disse que a barata estava na porta?
"Na frente da porta, sua idiota! Na frente!"
Naquele momento ela já havia aguentado o suficiente daquele show e tinha certeza de que não teria ouvidos, muito menos cabeça para o que viria em seguida - Renzo desmaiando em frente á porta de entrada.Normalmente ele lidava muito bem com a sua aversão a insetos, chorava e esperneava feito uma criança mas não deixava que isso o vencesse por completo só que, para ele estar com a voz daquele jeito provavelmente era uma barata mutante.
Sem nada que a auxiliasse no ataque, Izumo apenas abriu a porta e olhou em direção ao chão, observando a barata que além de grande, estava começando a subir pelo tênis dele, completamente alheia a pessoa que estava a beira do delírio acima, usando daquele calçado.
— Fique quieto.
No instante seguinte ela estava respirando fundo e pisando o mais forte que conseguia em cima do pé dele, usando de seus ombros como apoio e continuou pisando, praticamente esmagando as veias ali com seu peso leve, até que sentisse uma gosma nojenta em contanto com sua pele.
Estava feito.
A barata mutante estava morta e empapada em suas próprias vísceras - se é que baratas teriam vísceras.
E Renzo...
Bem, Renzo estava com lágrimas nos olhos tirando todo o ar que ela poderia ter em seus pulmões em um abraço apertado... e cheio de ranho.
— Izumo! Eu te amo! Eu te amo infinitamente! Obrigadaobrigadaobrigadaaaaaaa!!!
O único detalhe que fazia daquele momento o mais enfadonho possível era que ela ainda estava com pé sobre o tênis dele, com uma barata esmagada entre eles.
— Certo, certo, agora me solta. Meu pé já teve o suficiente por hoje.
E assim ele voltara ao estado anterior aquele, encarando o que a poucos minutos atrás havia sido uma barata gravada e autenticada, espalhada por cima do cadarço de seu tênis.
— Eu não quero mais esse tênis.
— Então deixe ele na porta.
Nisso, enquanto ele se livrava dos calçados com o nojo estampado em seu rosto, Izumo voltava para dentro saltando em um dos pés até sentir todo o seu corpo sendo levantado do chão, seguindo em direção ao banheiro.
— E você não vai deixar os restos dela pela casa.
— Ei, me coloca no chão seu idiota!
- Um detalhe bacana é que o Renzo realmente tem aversão a todos os tipos de insetos, se os demônios forem da classe de insetos então ele tem quase uma síncope!
- Não matem baratas com a sola do pé muito menos com as mãos nuas crianças! Usem chinelos e venenos para isso!
- Ah e um obrigada a Nicole por ter me dado o insight para escrever isso de forma completamente indireta com a sua saga sobre formigas! Foi uma experiência interessante! Já escrevi sobre o relacionamento de um lobo com uma coelha, sobre baratas, estou riscando todos os itens da minha lista de improbabilidades!
- Capa feita com nichi, usando de imagens dessa postagem.
Obrigada por ter lido até aqui!
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※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

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Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.