{ drabble } Criando Uravity.
※ 21 de setembro de 2021 (9:44 AM) + comentários (0)
Bom dia! Já são nove e alguns quebrados da manhã e eu estou aqui, pensando no que dizer sobre algo que me ocorreu semana passada sem soar monótona ou desinteressante mas como não sou tão boa com isso vou pela praticidade mesmo. Semana passada consegui terminar outro livro que arrastei por um ano ou dois, um livro bem fininho chamado "O Manual do Guerreiro da Luz" do Paulo Coelho, mas com pensamentos que te obrigam a pensar e refletir sobre si mesmo então eu sempre me sentia mal em lê-los depressa, como se não me importasse com os ensinamentos que ele pudesse vir a passar mas como eu bem disse, terminei o bonito em uma noite.E durante essa leitura, em meio a um desses pensamentos tive a ideia dessa peça. A princípio pensei nela em inglês, depois pensei nela como um conto e por fim, acabei encaixando a Uraraka como personagem pensante por trás dela. Pois mesmo querendo escrever apenas sobre alguém que manipula a gravidade eu só conseguia escrever imaginando ela mesmo (e depois daquela baita fala que ela deu nos últimos capítulos do mangá, Uraraka merece um crédito). É uma peça bem bobinha e simples, eu só queria pensar sobre como seria ter essa capacidade de manipular a gravidade mesmo, e vou deixar o trecho original ao final caso tenham interesse, espero que gostem!
- criando uravity
- ochaco uraraka
- boku no hero academia
- 491 palavras
"Sinta de dentro para fora", seus pais lhe disseram, "sinta a energia que existe dentro de você para depois projeta-la para fora, ela flui e você tem que ser capaz de sentir isso antes de realmente trazê-la para fora" continuando com um sorriso cúmplice "se não fizer dessa forma tudo o que irá conseguir são seus olhos pulando para fora" e riram da expressão de horror que surgia em seu rosto ao escutá-los dizendo tal coisa.
Eles sempre se divertiam as custas dela quando a ensinavam como manipular sua própria gravidade.
"Quando conseguir sentir o que flui dentro de você fica mais fácil colocar para fora, por isso a importância em se concentrar, filha" dizia sua mãe "respire fundo e sinta tudo o que existe dentro de você e coloque aos poucos para fora, quando isso acontecer vai ver como essa parte chata valeu á pena!"
E ela se concentrava, respirava, mas tudo o que conseguia era se sentir enjoada, como se apenas sentir a fizesse sentir até demais. A ponto de colocar algo físico para fora.
Levara tempo até que ela conseguisse decifrar as palavras que seus pais lhe diziam, interpretá-las de uma forma que fizessem sentido somente a ela e não a qualquer outra pessoa, mesmo que no fundo soubesse o quanto os dois se dedicavam em ajudá-la se esforçando o máximo que podiam para explicar algo que era essencialmente inexplicável com palavras.Levara tempo até que ela encontrasse um ponto específico em seu corpo que vibrava sempre que ela respirava em concentração e o resto viera em consequência dessa realização quando em cadeia, outros pequenos pontos em seu corpo, no interior dele, pareceram se ligar em energia e assim, assim ela deixara de sentir o chão sob seus pés.
"É como flutuar", eles diziam, "como sentir seu corpo flutuar e perder seu peso e então, tudo o que você sente perde sentido e você tem de manter a calma para não perder esse senso, só assim você consegue verdadeiramente manipular a sua própria gravidade".
Não era apenas flutuar.
Com seu corpo sem o peso necessário a ordem que regia seu ser se perdera naquele momento. Era estar em outro estado, não era apenas sentir o corpo deixar de ser pesado e seus pés estarem atados ao chão, era uma sensação além com todos os seus órgãos reclamando do desajuste que ela os causara pois com um novo controle vinham novas regras.
Era muito além de apenas flutuar, era sentir os poros de seu corpo atentos a mudança de estado, a respiração indo e vindo de um jeito estranho enquanto encarava o tapete do quarto com os pés no teto.
Era se sentir como o centro de seu próprio universo, ser a estrela maior em uma constelação ou quem sabe, o centro de uma galáxia ainda não explorada.
Anos mais tarde, ela entendera da dificuldade que era ter de passar adiante o conhecimento adquirido.
"It's like to float", they would say, "to feel your own body float and lose all it's weight and then all you can feel lose it's own sense and you have to keep it cool so you don't lose balance and the body combust on it's on. It's like to float child, feel it, own it, and don't let the feeling go and lose it's sense. It's your power after all".
Marcadores: bnha, drabble, ineditas

doukyuusei (bijutsubu)
※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

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Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.