Coisas que não mudam
※ 4 de junho de 2022 (6:16 PM) + comentários (1)
Se eu disser para vocês, assim, logo no início do texto mesmo, sem preparo de terreno nem nada, que um anime sobre um jogo de cartas além de me motivar a terminar dois livros conseguiu me convencer a estudar hieróglifos, vocês conseguem comprar essa ideia? Porque honestamente... honestamente isso era o que eu menos esperava quando comecei a assistir Yu-Gi-Oh! sem compromisso nenhum, só na expectativa de que em algum episódio eu fosse me lembrar de já ter visto dada cena ou escutado certa fala... coisa que não aconteceu também, já que de Yu-Gi-Oh! eu só gastei as minhas moedas comprando aqueles pacotinhos de vinte e cinco centavos que vinham cinco cartinhas pirata e babado pelo Chazz Princeton... que nem fazia parte da primeira geração da franquia, enfim, altas revelações.E a minha memória que é seletiva demais.
Mas começando pelo começo. A princípio eu só queria avivar uma memória minha relacionada ao anime e acabei gostando mais do que deveria dele, tanto que fiquei investida em estratégias de duelo e pensando no motivo da longevidade da trama, que pela minha memória teria a ver com as cinco partes do Exodia mas não era bem assim, já que Yugi Muto não passaria cinco temporadas correndo atrás de uma carta por temporada e foi nesse ponto que o meu interesse cresceu mais do que deveria pois foi aí que notei que no streaming só tinham duas temporadas (em anos passados tinham as cinco, eu poderia ter feito isso a muito tempo) e comecei a ler o mangá... que é dividido em ene partes e arcos e até eu achar aonde começava foi uma cena digna de abalo emocional - brincadeira - mas quando encontrei o ponto de partida muitos dos meus pensamentos fizeram mais sentido, assim como outros acabaram virando grandes interrogações como "porque raios dividir tanto assim a história meu querido Takahashi?" mas tudo bem, acabou que o começo de Yu-Gi-Oh! me saiu sendo muito mais interessante do que o arco dos duelos, que é bom, mas a ideia de um espírito habitar um enigma em forma de pirâmide e possuir o corpo de um garoto sempre que alguém "cruza os limites de sua alma" com uma ameaça mortal e fazer uns jogos no maior estilo "Jogos Mortais" para se vingar... ah, isso é muito mais interessante... assim como o gosto do autor por jogos no geral e a maneira como ele expressa isso nesse começo, acabou me ganhando muito fácil.
Assim como o Dark Yugi que mais parecia um gremlin atentado. Eu só ficava encarando ele e pensando quando que aquele demônio em miniatura iria virar o palito bonitinho do Yami, que também é o Atem mas essa sou eu mau começando um anime e já tomando spoiler de fanfic, afinal, porque não? Até me dispus a atualizar a mega lista que criei aqui no clube, com os meus achados preciosos junto de outros títulos que acabei acumulando desde quando criei ela!
Ahém! Foco! Foco!
E foi graças a essa paixão por jogos expressa de uma maneira inusitada que tomei vergonha na cara para terminar de ler "Jogador N° 1" (porque temos jogos aqui, meus queridos) e vamos dizer que a adaptação cinematográfica é um ode maravilhoso a obra literária! Sério, sendo sincera, é tanta, mais tanta referência a jogo que para alguém que só jogou Sonic, Crash e Tekken na vida foi como levar diversos combos seguidos e morrer por K.O. logo no primeiro round! Lembro de ter comprado o livro para o meu pai que adorou o filme, mas não esperava gostar tanto da trama e admirar a maestria com que o autor conseguiu enaltecer tantas passagens de tempo e itens presentes na cultura geek, pop e cult sem virar uma página aleatória na Wikipédia, porque as vezes me perguntava como fazer isso sem os personagens parecerem matracas ambulantes... até notar que isso era algo presente em mim também... e passar a detestar Wade Watts e James Halliday por conta disso... mas a história é muito boa e envolvente do tipo que quando começa você só quer saber aonde ela termina, pegando pequenas referências aqui e ali e francamente, recomendo a leitura você sendo um gamer/geek/nerd/weeb que adora esbanjar o pouco conhecimento que tem ou não.Agora voltamos aos duelos, depois de terminar o arco dos jogos mortais, começam os duelos tal como no anime que foi onde comecei e foi aí que empaquei porque lendo as fanfics
O negócio é o Egito.
Eu tinha um livro empacado sobre o Egito e assim, com um belo chute na canela, peguei "O Trono de Fogo" para terminar de ler e é, Rick Riordan sabe o que faz. Não teve como eu desgostar dos Kane, eles são hilários e eu adoro tramas e dramas de irmãos. Mesmo essa série sendo uma das que mais me incomodou de início. Conforme lia mais eu queria saber sobre a mitologia egípcia e como os hieróglifos funcionavam, as tradições e jogos comuns daquela cultura e é, foi aí que eu decidi aprender sobre os hieróglifos (e acabei assistindo "O Cavaleiro da Lua" por tabela porque, Egitooo e a Taweret aparecia, eu precisava ver ela! Aí vocês imaginem a minha euforia ao ver ela e Khonshu sendo mencionados no livro depois de ter terminado a série!) e eles são chatinhos tal como o árabe mas é revigorante aprender uma língua nova, mesmo que só parcialmente, e transliterando o meu nome tem uns dois passarinhos, coisa que achei um sarro! Mas sobre o livro... agora sim sinto que gostei mais dos personagens e a trama cresce muito bem nesse, surgem deuses muito bacanas assim como novos personagens e eu só tiro o meu chapéu de vaqueira invisível pro tio Rick!
Aliás... O NOVO TRIO DE PERCY JACKSON!
E só para fechar o pensamento sobre Yu-Gi-Oh!. Colocar uma trama de jogos mirabolantes e duelos de cartas como motivo para um faraó esquecido salvar o mundo pela segunda vez possuindo o corpo de um garoto e fazendo ele passar inúmeros perrengues por sua causa em nome de conseguir recuperar suas memórias e nome, sendo que a única coisa que os diferencia um do outro além do traço dos olhos são umas mechas amarelas espetadas no cabelo, uma personalidade assertiva e o dublador... se não tem algo mais shounen que isso eu desconheço pois o poder da amizade grita aqui de uma maneira colossal... e eu estou amando apenas, afinal, tem como não amar a relação do Yugi com o Yami ou a fixação que o Kaiba tem por reaver o seu título de maior duelista de todos mesmo sendo um hacker fodão ou o crescimento de Joey Wheeler como duelista..? Eu acho que não meus queridos! Fiquei tão investida nessa que até encontrei um lugar na cidade que ainda vendia as cartinhas de qualidade questionável que costumava colecionar quando nova, garantindo um belo Dragão Alado de Rá logo de cara, quando só queria um peludinho Kuriboh pra chamar de meu.

O que dói mesmo é que eu tenho uns duzentos capítulos para chegar aonde quero... o Millenium World e mais duzentos episódios do anime... e eu me achei incrível por ter lido REBORN! três vezes. É.
Só peço desculpas por ter sido tão rasa nos meus comentários porque essa era a intenção mesmo!
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doukyuusei (bijutsubu)
※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

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Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.