Uma cronologia espinhosa afinal
※ 28 de fevereiro de 2023 (11:10 PM) + comentários (0)
Para encerrar fevereiro com algo a mais trouxe um assunto nojento, mas que vem me acompanhando desde a pré-adolescência e que agora- Se bem me lembro, aos treze foram quando as primeiras espinhas surgiram, todas alocadas na testa. Calombinhos incômodos aqueles, queria me livrar de todos mas as sábias palavras de mamãe diziam, "esprema e ganhe manchas no futuro", o quão certa a mulher não estava.
- Por volta dos quinze, por algum motivo infeliz as espinhas viraram calombos grossos e cheios de sangue, caindo nas bochechas e ali ficando por todo o colegial. Ainda haviam as da testa mas pelo visto na disputa entre gordura e oleosidade, a primeira saiu ganhando. Papai dizia que puxei o sangue ruim dele, que passou pelos mesmos dilemas, tal como meu avô. Nessa altura fazia uso de gengibre e inhame ralados no rosto. Eles ajudavam um pouco na circulação e o sabonete de enxofre que usava reduzia bem a oleosidade mas deixava a pele do rosto seca.
- Aos vinte e um fui ao dermatologista, não um particular, mas consegui usar remédios pela primeira vez. O doutor me disse que a minha acne era grave, na escala dois de três e o remédio ajudou, mas não terminei o tratamento de três meses então o resultado não foi completo. Ainda tinha bolotas nas bochechas e algumas apareciam por outros cantos do rosto.
- Ao menos minha acne se resumia ao rosto.
- Aos vinte e dois fui a uma ginecologista pela primeira vez, o motivo não estava relacionado a acne mas descobri o motivo dela ser tão agravante em mim e o sangue ruim em minhas veias era apenas um sinônimo dos ovários policisticos que deram um nome ao dilema, mas não uma solução finita.
- Hormônios, o que fazer sem eles, não é mesmo?
- Meses mais tarde vovó apareceu com um remédio natural que meu avô usava quando jovem e consegui encontrar um sabonete menos agressivo para a oleosidade e bem, ao menos nessa fase a simplicidade enfim deu resultado.
- Agora aos vinte e cinco, me pergunto se toda essa trajetoria foi o resultado ou se tirando um ponto ou dois o final seria o mesmo mas ao menos agora, tirando as machinhas de sol e cravos espremidos pois quem sou eu para aguentar cravos e espinhas?, posso dizer que estou praticamente livre de espinhas!
- Sem sangue manchando roupas ou toalhas, amém!
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doukyuusei (bijutsubu)
※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

arquivos gerais
※ fanfictions e marcadores
Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

(atogaki) sotsugyousei
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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.