Esta é uma noite sem estrelas, Black☆Star ☽
※ 5 de agosto de 2024 (9:12 PM) + comentários (0)
- abaixo das estrelas ☽
- esta é uma noite sem estrelas, Black☆Star
- black☆star, angela leon
- soul eater
- 3.176 palavras
- "Tsubaki Nakatsukasa sempre fora uma constante na vida de Black Star e estava tudo ótimo pois ela não deixaria esse posto na vida dele tão cedo, até que ela deixasse de ser... brevemente."
Aquele era o início da segunda semana, desde que Tsubaki regressara ao Japão para uma cerimônia familiar que infelizmente, não poderia contar com a ilustre presença dele. Algo relacionado as raízes dos Nakatsukasa que ela lhe explicara ao menos três vezes mas que sua mente inquieta apenas gravara poucos detalhes, principalmente o dele ter que passar praticamente um mês sozinho, sem a presença de sua grande amiga e imprescindível companheira de anos todavia, o que a princípio parecera ser uma grande festa onde ele poderia fazer o que bem entendesse sem ter uma consciência maior o trazendo de volta a terra se provara mais difícil do que ele poderia sequer imaginar. Ainda mais para alguém como ele, nas características dele, que depois de uma lânguida jornada de auto-conhecimento em seu caminho como guerreiro, se descobrira como sendo mais sábio do que seus amigos o julgavam; para ele, naquele momento em específico, tendo a liberdade que tinha sem os puxões de orelha e repreensões vindas de Tsubaki era como ter o pirralho baderneiro que habitava em seu cerne desde sempre completamente solto e livre de restrições. Era o que ele viria a reconhecer como o princípio do caos semanas mais tarde, atormentado por ideias impossíveis demais para serem reais. Como se pudesse ser verdade a simples ideia de Tsubaki Nakatsukasa, a única arma em toda a Shibusen a aceitar seu temperamento impossível, deixar de fazer parte de sua solene existência.
A primeira semana se passara em um borrão. Com ele se adaptando a ter de fazer tudo por conta própria, não era difícil vê-lo comendo em horários estranhos devido a intensa rotina de treinamento que inventara de criar com a
ausência da anchi em seu dia a dia e isso sem contar com a pilha de louça que se acumulara nas primeiras noites junto do amontoado de roupas suadas, largadas e esquecidas em um canto, ao lado da máquina de lavar. O borrão de dias que se sucedera nele compreendendo como era ter de cuidar de si mesmo sem o auxílio externo, sem o cuidado da anchi mas principalmente, com a certeza de que ele estava sozinho em seu apartamento quando a única presença que ele sentia era a dele próprio. O borrão de dias se sucedera a Black Star reaprendendo a ser sozinho quando seu coração habituado pelo convívio clamava desesperadamente pela presença de Tsubaki.Quem diria que ser sozinho novamente o deixaria em um estado tão reflexivo, observando claramente como Tsubaki Nakatsukasa preenchia os pequenos espaços de sua vida até aquele momento onde ela acabava por fazer falta.
A situação se complicara depois do pesadelo. Naquela noite ele mal jantara, saindo do banho com a mente pesada e algo nebuloso permeando seus pensamentos conforme observava o corredor escuro que o levava ao quarto, onde a janela aberta banhava o cômodo com a noite enquanto que a lua aparecia timidamente conforme as nuvens assim permitiam. Um sorriso pequeno lhe vindo ao rosto ao se lembrar de como ela detestava dormir com a janela aberta, para logo ser arrematado por uma tristeza infindável. Ele já não pensava em linha reta enquanto secava os cabelos azuis, sentado na cama desarrumada, dali para cair no sono profundo não levara menos que vinte minutos.
Pudera, ele mal sabia que horas eram quando decidiu que estava de saco cheio daquele dia.
Em seu sonho ele acordara em sua cama, com frio e sem nada para cobrir o corpo se limitando a observar o cômodo azul, e todos os outros cômodos por onde passava. Azul e frio. Não havia nada naquele apartamento que lhe trouxesse um vislumbre de vida, só o vazio sem fim, de uma porta sendo aberta apenas para ter outro cômodo vazio e sem significado algum do outro lado. Seu peito pulava em desespero conforme sua busca por qualquer resquício dela se mostrava infundada. Não havia nada ali que mostrasse a presença de Tsubaki em sua vida.
E então ele correra.
Derrubando todas as portas que surgiam, seus olhos já não viam nada além de borrões quando ele encontrara uma luz diferente, uma clara e gentil. Vozes vinham dali. Havia vida enfim. Seus amigos estavam ali.
Se ao menos eles lhe trouxessem boas notícias...
A forte angústia fora o que o acordara, mas as lágrimas faziam com que a dor em seu peito se tornasse ainda mais real.
Não era como se ela não existisse ou houvesse sequer existido.
E acordar sozinho só trazia uma sensação horrível de pesar em seu ser, fazendo com que o sonho se tornasse mais real e palpável. A voz de seus amigos ao o verem, seus sorrisos se transformando em expressões de dor, a voz de Maka era praticamente palpável naquele momento.
O abraço que ela lhe dera tanto quanto.
"Eu sinto muito Black Star"
Tsubaki, de alguma maneira, havia morrido naquele sonho.
E acordar sem nenhum resquício dela no presente era o mesmo que ter uma lâmina lhe perfurando o corpo. Impossível demais para ser verdade. Cruel demais para ser crível e sua mente agitada não lhe ajudava muito, o suprindo apenas com sandices que o faziam duvidar novamente do que era realidade ou sonho.
Já era dia, o sol irradiava o cômodo quando ele quase tropeçara no cobertor que havia caído no chão ao longo da noite. O corredor, os cômodos pareciam vivos novamente quando sons vindos da cozinha lhe chamaram a atenção.
Seu relógio interno não estava dos melhores mas ainda era cedo para que ela estivesse de volta.
E tamanha não fora sua surpresa em encontrar Angela, preparando algo semelhante a um lanche, sobre a bancada da pia. O cabelo preso no alto da cabeça saltitava conforme ela ia de um lado a outro, buscando talheres e ingredientes totalmente imersa em seus afazeres, tanto que seu corpo se sobressaltara quando ele a abraçara por de trás e os tremores seguidos disso a fizeram largar o que tinha em mãos para observá-lo.
— Boa tarde 'pra você também, dorminhoco. Dormiu tanto que esqueceu de carregar o celular também?
"Tarde?"
— Tarde?
— É, dessa vez você ficou jogando até a noite virar dia? Se a Tsubaki souber disso, quando ela voltar você vai estar frito grandão.
E por mais aturdido que pudesse estar naquele momento, sem sequer saber que horas eram ou se importar com as outras palavras brincalhonas que saíam da boca dela, ao ouvir e processar uma menção do nome de Tsubaki sendo ligado ao sentido de ela estar viva fora o suficiente para um forte sentimento que se acumulava em seu peito a semanas finalmente ser liberto.
Em forma de lágrimas.
E era tão ridículo, tão infantil, para que alguém como ele sofresse tanto por uma mera ideia que ali, agarrado ao dorso da jovem bruxa que congelara ao escutá-lo chorando que ele se permitira ser livre daquela ideia. Por mais ridícula que esta fosse.
Tsubaki estava viva. E viveria por muito, muito tempo.
Nossa, como ele se sentia um idiota.
— Ei Black Star, o que aconteceu?
Quando ele não respondeu, optando por esconder o rosto no centro das costas dela, Angela colocou as mãos sobre as dele onde estavam em sua barriga, abrindo espaço para se virar e encará-lo com o rosto encoberto pelo cabelo desvairado, mirando o chão. Uma imagem estranha para a figura iminente dele, e algo dentro dela parecia não concordar com aquilo que via diante de si, visto o suspiro que lhe escapara o peito que ela quando o abraçara. Da melhor forma que podia, claro, sua estatura podia ser mais esguia que a dele mas ainda lhe era estranho consolar alguém como ele.
Os tremores haviam parado ao menos.
— O que houve, Black Star?
O cabelo desgrenhado cheirava um pouco e estava úmido, o corpo tão suado quanto as roupas e se o apartamento fosse algo para se julgar por... Black Star estava mais largado do que ela poderia sequer imaginar... e pensar que quando Tsubaki a ligara ela duvidava que a amiga poderia estar tão certa.
Ela realmente o conhecia como ninguém.
— Quando foi a última vez que ligou o celular?
— Não lembro.
Seus dedos inquietos tentavam arrumar o cabelo azulado.
— Você deixou Tsubaki preocupada quando não atendeu ela por uma semana, sabia?
— Desculpa.
— Não é para mim que você deve pedir desculpas grandão.
— Certo...
O corpo parecera relaxar.
— Você quer falar agora?
Ele maneou com a cabeça.
— Então vamos comer alguma coisa, sim? Você come o lanche e eu cuido da zona que você deixou aqui.
Seus olhos estavam vermelhos quando ele finalmente a encarou apertando o abraço mais uma vez.
— Obrigada Angela.
Com isso ela o levara a sala, deixando o corpo cansado no sofá para então buscar o lanche que fizera especialmente para ele, encontrando sua figura desolada encolhida no móvel de três lugares. Os olhos não miravam algo e para não sobressaltá-lo, deixou prato e copo sobre a mesa, bem a frente dele.
— Coma.
A atenção de Black Star parecera voltar ao presente quando Angela dissera aquela palavra, saindo do cômodo mas ele se demorara a começar a comer o sanduíche que ela lhe fizera. Só quando a escutou ao fundo, em outro cômodo tão distante a sala que ele passara a sentir o sabor do que parecia ser pasta de amendoim com goiabada, algo que ele não se lembrava de ter na geladeira, sendo com um suspiro que ele se lembrara da menção de Tsubaki tendo ligado para ela. Provavelmente a anchi que a aconselhara a trazer algo comestível para o apartamento.
Seu peito se tornara menos pesado quando colocara o copo meio cheio sobre a mesa.
E ele não pensara muito quando depois se vira deitado no sofá, o sono finalmente abraçando seu consciente, deixando seu corpo pesado.
Ele não sonhara, sabia disso.
Mas algo parecia cutucar sua mente, seus pensamentos.
Era delicado e gentil, como era a alma de Tsubaki quando ressonavam.
Mas não era ela quem explorava seu interior naquele momento.
Angela cantarolava uma melodia estranha quando ele abrira os olhos, o observando de cima com os dedos massageando-lhe o couro cabeludo.
De alguma forma ele estava deitado com a cabeça no colo dela, e ela o observara dormir.
E então ele percebera quem estava em sua cabeça, cerrando os olhos para a jovem bruxa.
Angela rira.
— Desculpe, foi a melhor forma que encontrei de entender você.
Black Star se sentia mais leve graças a ela, com uma dívida de gratidão estranha se apoderando de sua mente enquanto a olhava com um sorriso no rosto. Ele devia uma explicação a ela.
E a ele também.
Com isso em mente ele se levantou e a olhou no olhos.
Angela continuou sorrindo, comentando que ele precisava de um banho logo.
E ele contou a ela tudo o que passara nas última semanas, o que sentira e do sonhos que tivera na última noite, de como este mexera com sua cabeça de maneira tal que ele perdera parte da noção daquilo que lhe era real.
Ao que Angela pode sentir uma vasta quantidade de emoções passarem por seus olhos o vendo tão abalado. Tão cansado. Uma certa familiaridade parecia lhe chamar a atenção no fundo do peito, como se dissesse a ela que naquele lugar ela já estivera, mesmo que pouco se lembrasse disso. Infelizmente não havia clareza em sua memória com relação a Mifune e também como haveria, quando ela era jovem demais para entender o valor de uma perda mas vê-lo naquela situação... bem... parecera ser algo muito auto explicativo para ela que mal teve tempo de sentir uma perda agravante. Mifune cuidara dela por tanto tempo que mesmo depois dele ter deixado de estar ali, ela ainda era capaz de senti-lo ao seu lado a guiando, olhando por ela, como sempre fizera.
Não era como se ela realmente o tivesse perdido.
Desde então ela nunca estivera verdadeiramente sozinha.
— Sabe, desde que Mifune morreu eu ainda consegui sentir a presença dele. Era como se ele não tivesse me deixado de verdade, então eu acabei não passando pelo luto de tê-lo perdido mas pensando bem, talvez fosse assim por eu ser nova demais para entender o que realmente havia acontecido. Eu não pensei muito sobre isso. O que quero dizer é que não existe uma verdadeira perda, sabe? Ela ainda está aqui, mesmo não estando... entende?
Black Star apenas maneou com a cabeça, incapaz de entender a linha de raciocínio da amiga que acabara rindo da situação.
— Apenas saiba que enquanto alguém se lembrar de você, você nunca estará completamente morto.
— De onde você tem tirado essas ideias Angela?
— Do professor Sid.
— Ele é um zumbi Angela.
— E eu uma bruxa, percebeu que o normal não se aplica a gente, né?
Infelizmente o bom humor dela não trouxe leveza alguma a expressão taciturna do amigo, que ainda parecia nublado pelos eventos da noite passada. Dos dias passados. Ele parecia em conflito com aquele olhar perdido e sem foco algum, um detalhe tão não Black Star que ela infelizmente não conseguia achar divertido.
Angela se sentia mal em não poder fazer algo para ajudá-lo, tanto que mal notara quando seu corpo começara a perder forma dado ao seu desconforto.
Se suas palavras não eram suficientes para aliviá-lo do que sentia, sua mente ágil conseguia pensar em uma solução ou duas.
Black Star nunca fora alguém de usar a cabeça para começo de conversa logo, palavras não tinham o efeito desejado com ele.
— Me ajuda a arrumar a sua bagunça. Vamos, você tem que se mexer um pouco grandão!
Ele dera um pequeno pulo quando percebera que voz de Angela ecoava sem um corpo no cômodo além do dele, o que desencadeara uma sequencia de risos pelo corredor que dava para a lavanderia para depois a voz da jovem bruxa substituir as risadas.
— Você fica com o quarto!
Então a cabeça dela apareceu do nada o sobressaltando.
— E tome uma banho também, você fede!
Sumindo de novo.
Com isso o nariz dele pareceu voltar a funcionar minimamente parecendo nem um pouco contente com o mau cheiro que seu corpo todo parecia exalar em alta concentração trazendo um sensação de nojo nada agradável. Talvez fosse melhor começar a arrumar ele próprio antes de tentar organizar o lugar onde estava, Angela estava certa, e pensar nisso o divertira um pouco quando a anos atrás era ela quem lhe trazia dores de cabeça. Pensar em sua vida dessa forma afastava um pouco da realidade o sentimento que algo vicioso em sua mente nutrira copiosamente nas últimas semanas.
Uma realidade onde ele perdia Tsubaki não parecia certa, tão pouco uma onde ela não existia em sua vida.
Sua energia precisava de um freio, de equilíbrio.
De constância.
Ela não era mais forte do que ele e nem chegava perto de ser mas o significado que ela construíra dentro dele, pedaço por pedaço era mais importante do que isso. Perto de todos que o cercavam, era ela quem o fazia se sentir mais perto de um ser humano.
E não ter ela por perto realmente estava lhe dando dores de cabeça.
Já era tarde, o sol despontando no horizonte quando ele conseguira fazer com que Angela se desse for satisfeita com a limpeza do apartamento mesmo que isso fosse a muito custo, com a condição dela passar a noite como companhia e tendo a plena certeza de que ele ao menos tivesse uma refeição decente antes de dormir e, para evitar sonhos ruins, ambos ficariam na sala assistindo filmes até que o sono os vencesse.
O celular dele vibrou inúmeras vezes quando a carga estava completa, ganhando vida finalmente. Eram mensagens de Maka, Kid, Soul e muitos outros que pareciam preocupados com ele, até mesmo ligações perdidas apareciam na barra de tarefas, provavelmente as últimas que conseguiram registro antes do aparelho morrer pela falta de bateria e ele não se deteve em notar que as últimas eram exatamente daquela de quem ele mais precisava naquele momento e que antes que ele pudesse iniciar uma chamada acabara por ligar para ele, o deixando surpreso para se dizer o mínimo.
— Atenda, eu queria que você falasse logo com ela. Diga que não morreu assim ela consegue dormir tranquila.
A figura de Angela de cima do sofá parecia sonolenta, acompanhando o documentário sobre alienígenas que ela insistira em ver.
Seu polegar tremera um pouco em ansiedade antes de atender a chamada.
Mas ele não estava realmente pronto para o alívio que sentira assim que escutou a voz irritada dela.
— Black Star, o que aconteceu?
E pela primeira vez em muito tempo naquele mês ele rira, reencontrando sua persona desligada que sempre fazia companhia a sensatez dela.
— Eu esqueci de carregar o celular e dormi mais do que deveria. Nada pra se preocupar.
Ela suspirou do outro lado da linha.
— Me diga a verdade, por favor. Você não atendeu nem quando o Kid foi até o apartamento, foi sorte Angela ainda ter uma cópia da nossa chave.
Ele não queria dar a resposta certa, era ridícula demais para se colocar em palavras.
Por mais verdadeira que esta pudesse ser...
Sua angústia, ao menos fora.
Angela o encarou de cima do sofá murmurando "se você não contar eu conto".
— Ah, eu não tava bem. Me machuquei em um treino e não queria ver ninguém mesmo.
— Por que isso me parece ser uma mentira?
— Porque é uma mentira.
— E você não vai me contar?
— Não por ligação.
E como ele sentira falta da risada baixa de Tsubaki...
— Você é terrível Black Star, sabia disso?
— E você é incrível por ter me aturado por tanto tempo.
Angela concordou do sofá.
— No próximo sábado eu volto para Death City e aí você me explica direitinho o motivo de ter ignorado todos os seus amigos por uma semana inteira.
A orelha dele queimava quando a ligação terminou, assim como seus olhos e com a vista marejada o cômodo escuro iluminado apenas pelo televisor parecia muito com o de seu último sonho, trazendo uma mistura estranha de sentimentos em seu ser que mal conseguia controlar o mínimo de estresse sem sair esbravejando o que o incomodava e como era estranho se sentir assim. Era tanto para assimilar em tão pouco tempo. Tristeza, vergonha, alegria, uma felicidade tamanha que parecia ir para todos os lados, prestes a explodir em mais lágrimas que não paravam embaçar a vista, não importando quantas vezes ele esfregasse as mãos no rosto.
Angela pareceu sentir simpatia por ele, descendo do sofá para fazer companhia na cama improvisada que ele fizera sobre o tapete da sala, bagunçando a cabeleira azulada do amigo exausto de tanto sentir.
— Melhor?
Black Star mirou o teto azulado que mudava de cor conforme o que transmitia o televisor.
— Melhor.
Naquela noite ele não teve sonho algum.
Mais tarde ele soube que Angela usara de um feitiço para que ele fosse vencido pelo cansaço mental.
Depois desse evento, sempre que Tsubaki precisava se afastar por muito tempo Angela se acostumara a passar o mesmo período de tempo no apartamento que ela dividia com Black Star.
Olá pessoas bonitas, aqui estou novamente!
Muito me aconteceu desde o final de julho, consegui alguns dias de folga pelas horas extras que fiz desde que voltei de férias e ainda tenho mais um para tirar em algum dia desse mês, mas como a organização não faz parte da
logística do meu local de trabalho, tudo pode acontecer. Ao menos aproveitei esses dois dias e meio para voltar a patinar, meus músculos estão doendo horrores já que não praticava a um ano (e nem sou boa ainda) e isso me fez querer escrever algo para shadamy, pois adoro usar da minha empolgação com patinação nesses dois! Mas acabei optando por finalizar esse rascunho que já tinha passado para o Blogger a uns meses com a intenção de finalizá-lo mesmo, lembrei da minha intenção no começo e das ideias que tinha na cabeça para agregar (e acabei descartando uma muito fofa que quero poder usar em outro momento) e, como essa ideia partiu de um momento que vivi acabei selecionando algumas músicas para me ajudar a mergulhar no clima pois esse território que tratei é um que me permiti viver muito pouco.A ideia - e isso cito aqui para relembrar futuramente - partiu de quando ainda estava no caixa e um cliente me pareceu muito estranho, principalmente quando ele me deixou arrumar as compras dizendo que era estranho ter que fazer tudo sozinho depois de ter perdido a companheira e esse momento me deu o estalo para começar o rascunho dessa oneshot, que levou um ano mas encerrei finalmente, hah! As músicas que usei foram "Insomnia" para o começo e meio e "Tick×Tack Nostagia" para o final, pois precisava de algo mais alegre e não sei como reencontrei essa música, ela me causa arrepios desde a primeira vez que a ouvi!
⋆。˚ ☁︎ ˚。⋆。˚☽˚。⋆
Muito obrigada por ler!
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doukyuusei (bijutsubu)
※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

arquivos gerais
※ fanfictions e marcadores
Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

(atogaki) sotsugyousei
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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.