track #01 Innards
※ 8 de outubro de 2024 (8:13 PM) + comentários (0)
- gimme! gimme! gimme! series
- innards
- nene yashiro
- jibaku shounen hanako-kun
- 711 palavras
Era difícil de respirar. Ela não entendia o motivo disso estar lhe acontecendo, o ar era curto e sufocante, quente, seu peito acelerou graças a essa informação e em segundo plano, seu corpo parecia estranho - o seu senso de ser e estar parecia estranho - a junção dos ombros pinicava, coçava implorando por alívio, mas ela não conseguia ter controle o suficiente para tocar a própria pele assim como a lateral de suas pernas que parecia estar se partindo. Era uma coceira estranha vinda de suas entranhas, um incômodo de estar no próprio corpo de algo estar errado com ela, a consumindo por completo impedindo que sua atenção fosse além dessas sensações. Além dela própria.
Ainda assim, era difícil de respirar.
Tão difícil.
O ar era quente e grudento.
Nojento.
Ela queria conseguir vomitar mas tudo parecia errado com ela.
Quem era ela... mesmo?
Seu rosto parecia errado, pinicava, coçava mas quando os dedos da mão tentaram aliviar o incômodo ela percebera outro detalhe estranho em seu corpo. Suas unhas pareciam mais longas do que costume e uma insegurança de elas quebrarem em um gesto inesperado a incomodava conforme tentava tirar o que quer que fosse aquilo que atrapalhava sua respiração. O grude certamente vinha dali. E tamanha não fora sua estranheza em notar que a escuridão que
preenchia sua visão em verdade era uma camada espessa e sólida de algo estranhamente singular, algo que ela não sabia como nomear e quando se dera noção disso seu estômago embrulhara. Era pele humana aquilo que cobria seu rosto e assim, camada por camada ela conseguira enxergar propriamente os detalhes sensoriais que lhe causavam estranheza. Suas mãos seguravam um rosto que parecia ser o dela, ou ao menos d e v e ria s er o dela. Suas unhas eram realmente longas mas retorcidas e malformadas, como se fossem galhos secos só que brancos e opacos e seu corpo... .. se u c o r p o estava completamente nu e coberto por suturas como se ela houvesse sido remendada várias vezes em áreas diferentes, a coceira vindo dali e se isso não fosse o suficiente de se processar, ela parecia não se importar com o que via. Oh, bem, ela parecia uma boneca de pano mas que diferença isso faria numa situação como aquela? O rosto ainda em suas mãos parecia sereno quando sua inquietação que beirava a insatisfação a levara a puxar os fios de seu corpo, não sentindo nada além daqueles fios pretos correndo pela pele que cobria aqueles membros novamente para dar espaço a carne avermelhada que estava de baixo. Era grotesco, no j en to, mas ela não deixava de se sentir leve observando todas aquelas articulações em carne viva.
Um gesto libertador aquele o de olhar para si mesma.
Ela estava banhada em sangue e lhe parecia ser algo completamente normal. Mesmo que a princípio a privação visual houvesse lhe incomodado ela se sentia em casa ali. Era escuro e úmido mas seus olhos viam tudo tão claramente...
então porque seu rosto a incomodava exatamente?
Onde ela estava...
exatamente?
Era tudo tão escuro.
E mo lha do .
As emoções iam e vinham em histeria e de maneira ofegante ela se pusera a engatinhar por aquele lugar úmido. Seu o corpo pesava, parecia se desmontar a cada gesto enquanto ela buscava por algo que refletisse sua imagem. Ela precisava se solidificar novamente, como poderia estar indiferente diante do estado em que seu corpo estava? Seu rosto estava grudento e respirar novamente fazia com que o nojo a cobrisse como um todo.
Seu corpo parecia deixar pedaços por onde passava. Um grude nojento de pele e entranhas. Até que ela notara água a frente, se apressando da melhor forma que conseguiu até aquela poça brilhante para emitir algo gutural semelhante a um grito que vinha fundo de seu estômago.
Nene sorria mas era um sorriso grande, de orelha a orelha, feio demais para a sua faceta doce. O rosto vermelho estava distorcido demais para ser o dela e seus cabelos sempre brancos se pintavam em vermelho, tal como seu corpo ensanguentado.
Nene Ya sh iro.
Este era seu nome, que m ela era.
Mas onde Nene começava e aquela que a encarava no reflexo terminava?
O corpo pesado caíra fundo no monte de água e ela pensou que assim, talvez, acordaria daquele sonho incômodo.
preenchia sua visão em verdade era uma camada espessa e sólida de algo estranhamente singular, algo que ela não sabia como nomear e quando se dera noção disso seu estômago embrulhara. Era pele humana aquilo que cobria seu rosto e assim, camada por camada ela conseguira enxergar propriamente os detalhes sensoriais que lhe causavam estranheza. Suas mãos seguravam um rosto que parecia ser o dela, ou ao menos d e v e ria s er o dela. Suas unhas eram realmente longas mas retorcidas e malformadas, como se fossem galhos secos só que brancos e opacos e seu corpo... .. se u c o r p o estava completamente nu e coberto por suturas como se ela houvesse sido remendada várias vezes em áreas diferentes, a coceira vindo dali e se isso não fosse o suficiente de se processar, ela parecia não se importar com o que via. Oh, bem, ela parecia uma boneca de pano mas que diferença isso faria numa situação como aquela? O rosto ainda em suas mãos parecia sereno quando sua inquietação que beirava a insatisfação a levara a puxar os fios de seu corpo, não sentindo nada além daqueles fios pretos correndo pela pele que cobria aqueles membros novamente para dar espaço a carne avermelhada que estava de baixo. Era grotesco, no j en to, mas ela não deixava de se sentir leve observando todas aquelas articulações em carne viva.Um gesto libertador aquele o de olhar para si mesma.
Ela estava banhada em sangue e lhe parecia ser algo completamente normal. Mesmo que a princípio a privação visual houvesse lhe incomodado ela se sentia em casa ali. Era escuro e úmido mas seus olhos viam tudo tão claramente...
então porque seu rosto a incomodava exatamente?
Onde ela estava...
exatamente?
Era tudo tão escuro.
E mo lha do .
As emoções iam e vinham em histeria e de maneira ofegante ela se pusera a engatinhar por aquele lugar úmido. Seu o corpo pesava, parecia se desmontar a cada gesto enquanto ela buscava por algo que refletisse sua imagem. Ela precisava se solidificar novamente, como poderia estar indiferente diante do estado em que seu corpo estava? Seu rosto estava grudento e respirar novamente fazia com que o nojo a cobrisse como um todo.
Seu corpo parecia deixar pedaços por onde passava. Um grude nojento de pele e entranhas. Até que ela notara água a frente, se apressando da melhor forma que conseguiu até aquela poça brilhante para emitir algo gutural semelhante a um grito que vinha fundo de seu estômago.
Nene sorria mas era um sorriso grande, de orelha a orelha, feio demais para a sua faceta doce. O rosto vermelho estava distorcido demais para ser o dela e seus cabelos sempre brancos se pintavam em vermelho, tal como seu corpo ensanguentado.
Nene Ya sh iro.
Este era seu nome, que m ela era.
Mas onde Nene começava e aquela que a encarava no reflexo terminava?
O corpo pesado caíra fundo no monte de água e ela pensou que assim, talvez, acordaria daquele sonho incômodo.
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doukyuusei (bijutsubu)
※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

arquivos gerais
※ fanfictions e marcadores
Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

(atogaki) sotsugyousei
※ blogues singulares e os créditos
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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.