Eu oficialmente detesto o natal
※ 11 de novembro de 2024 (9:47 PM) + comentários (0)
E eu estou sendo sincera quando digo que esperava que a minha última postagem onde vomitei parte do que vinha me afligindo fosse a última vez onde realmente sentisse a necessidade de colocar sobre uma superfície plana aquilo que me incomodava mas assim, novembro veio me dizer que a tormenta estava apenas começando. E meus queridos, ela está sendo uma grande merda de canivetes cobertos de merda. Eles fedem e machucam. Muito.Percebi isso quando dobraram as ilhas de panetones, que em setembro eram tímidas mas que agora ocupavam um corredor inteiro quase e eu tinha que fazer cartaz para pelo menos umas quinze marcas de panetone. Tudo. Em.
Um. Único. Dia. De. Uma. Vez. Só. Naquele dia, naquela segunda feira que mais parecia o Inferno de Dante eu tive a certeza de que odiava o natal e tudo o que mercados vendem nessa época do ano em um esforço tamanho de aumentarem sua renda numa necessidade sangue suga que chega a ser nojento observar que o consumidor comum não consegue economia nenhuma em qualquer dia da semana. Não importando os meios de oferta. Aplicativos e cartões da loja não fazem diferença alguma na figura final e nós ainda gastamos mais do que temos (ao menos eu gasto, mesmo tentando economizar o máximo que posso) e lidar diretamente com a flutuação dos preços ao longo do ano me fez perceber que me sinto no fundo do poço. Ganho pouco, me estresso muito, trabalho feito uma mula e a melhor parte, sabe o que me sobra do meu trabalho? O mesmo que nada pois vai tudo pro pão do café da tarde e eu só consigo sentir uma necessidade absurda de deixar de viver nesse plano existencial no fim do dia ou só querer dormir. Dormir tem sido a única coisa que gosto de fazer.
Eu me sinto no fundo do poço e ele tem estado tão escuro que não vejo a luz, somente uma sombra dela sendo refletida por um espelho quebrado e isso para além de inquietante tem sido muito perturbador, já se foram anos desde a primeira vez em que me senti assim, havia até lidado bem com o sentimento e pensava estar em paz comigo com relação a me sentir presa num estado de não sair do lugar (de não conseguir realmente querer sair do lugar) mas regressar ao convívio em sociedade no mercado de trabalho me fez perceber que não foi exatamente isso que aconteceu. E estar em estado de estresse diário realmente colocou isso em um ponto de contemplação onde me questiono todos os dias o motivo para eu estar aqui, viva, quando mais me sinto uma forma descartável de vida.É, eu não estou bem.
Por isso mesmo quando me perguntam como estou digo a mais pura verdade ou simplesmente ignoro a formalidade de retribuir a pergunta. Se você está realmente bem, eu te invejo com toda a tristeza de meu ser.
O meu esgotamento beira ao tédio.
E esse texto é mais para me desculpar da série que não consegui terminar mês passado, estava tão empolgada com ela mas conseguir escrevê-la (isso com três partes rascunhadas) por estar simplesmente cansada para pensar nas ideias e colocá-las no papel.
Me sinto um lixo.

Deve ser por isso que comecei a ler Blue Period, o motivo do personagem me lembrou muito de Ballroom e eu quero conseguir sentir novamente essa sensação de reencontro, de encontrar algo pelo qual me dedicar... talvez seja por isso que a volta do G DRAGON tenha me pegado tanto, algo nele me cativou bastante... e eu me sinto incrivelmente vazia... mais vazia do que eu já me senti numa vida toda e é ridículo pensar isso aos vinte sete (já me disseram que preferiam mulheres mais velhas por serem maduras ou mais vividas mas honestamente, o que diabos eu tenho de tão atraente aos vinte e sete?) quando dizem que ainda tenho um tanto assim para viver.
Meus hormônios estão de mãos dadas ao estresse.
E acho que isso explica um pouco de como anda a minha cabeça hoje, ontem, semana passada, tentando colocar a limpo o emaranhado de linhas aqui dentro.
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doukyuusei (bijutsubu)
※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★

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Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★

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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.