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just like magic, ayy

※ 30 de janeiro de 2025 (12:59 PM) + comentários (3)
Me senti triste no começo dessa semana, com o peito pesado e dolorido, tomada por uma sensação de querer estender um pouco mais do meu tempo em casa ou dividida entre pensar que poderia ter ido a praia mais vezes do que realmente fui e sendo franca, eu realmente poderia ter saído mais de casa mas dificilmente me vi tão observadora diante das horas do dia como estive ao longo desses vinte e poucos dias e de como simplesmente sair me tomaria horas que eu poderia estar fazendo outras atividades (ou altos nadas) ou só perdendo elas dentro da minha cabeça por isso o peso em meu peito. Estive duelando comigo mesma um mês inteiro e devo dizer que uma duelista sem tática é a pior de todas ainda assim, me considero vitoriosa, ao menos em partes.

Uns 70%

É, 70% é um valor digno.

Desde que soube que começaria o ano em casa, de férias, não me prendi a planejamentos muito específicos e espalhafatosos queria apenas colocar minha cabeça no lugar e economizar um valor maior do que da última vez visto que o montante décimo + férias me daria uma quantia boa para me planejar e partindo desse ponto, consegui obter parte do objetivo que tinha e o que veio seguido disso foi lucro! Dormi, não consegui ver um nascer do sol como queria (mas meu objetivo era dormir), saí um pouco, chorei muito, fui ao cinema, fui a praia, cozinhei, vi muitos vídeos, fui ao ginecologista (uma furada, aqui morremos como a Maria infelizmente), consegui ler livros, escrevi bastante, treinei idiomas e ainda consegui outras cositas más como manter uma rotina básica de exercícios... tudo isso tentando encontrar o meu eixo e sofrendo dos tropeços da ansiedade e frustração com isso, consegui encontrar pontos específicos que me fazem cair em parafuso e bem... acho que agora me fiz compreender os 70%. Não é para ser perfeito, é para me colocar no presente e me manter presente.

Não foi a toa que me peguei lendo "Os Delírios de Consumo de Becky Bloom" no começo do mês e tão pouco que seguido deste me matei com "Cartas de um Diabo a seu Aprendiz", houve algo muito singular nessa minha busca pelo eixo, uma singularidade coberta de sincronicidades que me trouxe ao agora. Se por um lado queria muito esganar a Bex, vi nela uma oportunidade de estudar a mim mesma e assim aperfeiçoar o que estava desgastado tal como Maldanado me trouxe luz (e isso é realmente estranho) para áreas obscuras da minha cabeça e muitos vídeos para me colocar como objeto de estudo.

Houve um momento no ano passado em que tomada por raiva declarei que aquela eu ali presente na mesa de almoço deveria morrer e, por mais que tenha sido levada na brincadeira, só tomei conta do quão certa eu estava estudando a mim mesma. Realmente, eu tinha que morrer, algo em mim precisava ir abaixo para que uma outra eu surgisse e como se a luz novamente existisse, todo o meu desgosto por tudo aquilo que eu amei antes se fez valer por mais que mesmo com ela estando em frangalhos e eu me sinta perdida sobre como prosseguir. Tenho medo. Um medo que senti algumas vezes mas ignorei pelo conforto sinto que não posso mais postergar o inevitável e isso me dói um pouco, talvez eu devesse ter entrado na faculdade e feito uma dívida imensa por um curso que nem faria sentido para mim no segundo semestre ou talvez não, os sinais existem para os loucos o suficiente reconhecê-los e segui-los caso queiram.

Percebi que uma casa azul não traz contentamento algum mas sim uma tristeza fria e pouco aconchegante e que o amarelo nas paredes, por mais sufocante que possa ser em alguns momentos de tensão traz um calor adorável para a alma e que as companhias do passado; de meses, semanas ou anos passados, nem sempre precisam acompanhá-lo para o presente se eles não se encaixam no seu eu do presente o que se mostra um ponto significativo de leitores e amigos incríveis como Neko, Layla (sim nippangu agora te chamarei assim, yayy), Bia e Shana ainda estarem por perto e isso me deixa com um forte calor na alma.

Ainda temo o que pode vir ali na esquina mas esse não é um sentimento que me faça querer correr de mas sim para - em direção à - e me contorço por dentro por conta disso. Eu não sei o que esperar mas nunca me senti tão esperançosa diante disso.

Ao menos posso dizer que me preenchi o suficiente nesse mês de janeiro. Como mágica!

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※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.
Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★



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