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#38 you can be king again

※ 11 de maio de 2025 (10:24 PM) + comentários (0)
Estou terminando de pintar as unhas depois de quê... umas quatro semanas esperando conseguir terminar de faxinar o meu quarto para finalmente fazer o serviço completo e fazer ambas as unhas (das mões e dos pés) do jeitinho que havia planejado (os pés um confeti onde cada unha ficaria de uma cor e nas mãos algo escuro e brilhante pois unhas curtas pedem tons escuros na minha cabeça, a longas servem para tons vibrantes e vermelho) antes de começar com a saga que foi organizar o meu quarto, que foi um evento catártico por si só o ponto é: terminei (parcialmente) com meu quarto logo tenho liberdade de pintar as unhas pois a limpeza pesada acaba com a cor e qualidade da tinta e agora só preciso organizar livros e mangás nas estantes, e separar algumas revistas da Recreio para o filho da minha amiga pois me deu vontade de passar parte da minha coleção pra frente.

Meu dia foi muito gostoso, acordei cedo com o alarme pois iria almoçar na casa da minha avó e no café me permiti uma distraçãozinha lendo um doujin de puzzleshipping (lendo é um eufemismo pois ele não estava traduzido, eu só tava admirando a arte da hari mesmo) do quartzshow, e foi quando parei em um balãozinho logo ao fim dele e me vi encarando os caracteres com um pouco mais de força reconhecendo aquele que o Gaara carregava na testa e pensando que a frase teria a ver com o sentimento de amar e assim, fui puxando da memória os outros caracteres e buscando num dicionário que tinha salvo no navegador e me sentindo meio boba e alegre com a caneca de café esfriando na mesa, quando consegui ler ai-shi-te-i-ru sem grandes problemas. Depois fui me arrumar para o almoço, aproveitando que minha irmã havia deixado uma blusa do Calvin em casa para me apossar dela pois gosto mais dele do que ela, teria que pedir um carro já que meu pai ainda não está em condições de caminhar longas distâncias e no caminho achei engraçado como ele tem capacidade de puxar conversa com qualquer pessoa, quando começou uma conversa com o motorista perguntando da mãe dele e por conta da data planejava ligar para minha mãe quando chegasse ao nosso destino.

Fiquei feliz que ela havia conseguido um lugar para passar o Dia das Mães, já que a princípio disse que passaria a data em casa. Acho que ela ficou feliz pela chamada de vídeo.

Gostei tanto do visual que montei para o dia que acabei tirando várias fotos e não deixei de me lembrar o que um colega do trabalho me perguntou essa semana, do motivo de eu não usar uma foto minha no perfil do What's e a resposta havia sido bem simples, normalmente não acho as fotos que tiro legais o suficiente para serem vistas por outras pessoas então que o Luffy de óculos ficasse no meu lugar e assim, consegui algumas fotos lesgais para colocar no olhar público (tanto que coloquei algumas como plano de fundo do smartphone, um milagre). O almoço estava ótimo e como chegamos cedo, almoçamos cedo e fomos embora cedo (sim, meu pai puxou com outro motorista na volta, esse era nordestino) e foi na volta, no conforto de casa e da tarde nublada que comecei a saga de cuidar das unhas para poder pintá-las e como sonoplastia comecei a ver os vídeos de CityPop do Claquete de Papel já que o Henry finalmente montou uma playlist mais encorpada sobre o assunto e percebi que tenho um mundo muito extenso no assunto mas também notei que esse movimento cultural ganhou um espaço significativo no meu coração (assim como a Anri, meu Deus, como eu amo essa mulher!) e acabei engatando outros vídeos dele que se relacionavam ao assunto, como o de Urusei e do quão disruptivo ele acabou sendo para sua época e pequenas faíscas surgiam em minha cabeça (algo que vinha cravando desde terça, uma necessidade de girar, encontrar algo que me girasse) vi outros como o do Atarashii Gakko e Kamikaze Girls que contribuíram para um impulso de foco e outro da Doechii (esse do Fefo) que me trouxe um pouco de chão até que cheguei ao da ju sobre autenticidade e nesse acabei dando uma pausa, já havia terminado de cuidar das unhas e tomava café quando decidi pausar para o banho.

Acontece que depois da extensa maratona sobre a melancolia da década de oitenta no Japão, sobre o feminino, de se encontrar na juventude, de inspiração, o tema que a ju trouxe me trouxe uma urgência de respirar um pouco. Meu corpo parecia empolgado novamente, como no domingo passado quando terminei com o quarto, era o novo no velho, era eu novamente.

Honestamente não vou conseguir expressar com exatidão o que estou sentindo mas é uma uma pedrinha num poço profundo causando ondas muito graciosas que me preenchem e me enchem tanto que quero chorar de alegria e tenho de anotar todas as ideias que me veem a superfície para me manter no presente pois elas são rápidas, elas voláteis e incríveis demais, elas brilham muito e não consigo vê-las crescer sem encará-las com força e isso é tão rápido que se eu piscar posso esquecê-las. Houve um momento no começo do vídeo onde ela mencionou o trauma para a genialidade e acho que o meu trauma para criar vem de mim mesma, da minha própria covardia.

E foi aí que me lembrei de uma conversa que tive na sexta com um amigo meu que havia acabado de voltar de férias, num papo sobre segregação acabamos entrando numa extensa conversa sobre filmes que durou o almoço inteiro e ele me recomendou um vídeo do peewee sobre um filme chamado "Réquiem para um Sonho" e algo me marcou muito nisso foi ele dizendo sobre o filme ser marcado pelas estações do ano e aí, foi bem aí que me lembrei da minha série "Entre Estações" e no como eu poderia melhorá-la, não sei porque quis voltar a ela mas aqui estou, criando playlists para cada estação pensando no quê fazer com isso... talvez eu finalmente consiga colocar para fora aquele desejo de escrever um livro... não sei... em outra conversa que tive semana passada, essa com meu pai ele mencionou dos pesos que decidimos carregar e foi onde ele mencionou a minha escrita e eu não quero que ela seja um peso... eu amo escrever... foi a melhor coisa que me aconteceu aprender a escrever e não quero abrir mão disso para ser adulta, não quero arrancar de mim a única coisa que me sobrou... não quero...

Mas também não quero ficar chorando frustrada.

eu preciso de foco e me manter focada, e sem vícios
"juventude é viver no presente dando o seu melhor e assim encontrar quem você é"

lum (urusei yatsura) comendo o ataru (tarado)
"king" lauren aquilina
montando playlists: inverno, primavera, outono, verão
nublado e geladinho ✩

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doukyuusei (bijutsubu)

※ o pseudo clube de artes da snow
Sinta-se bem vindo ao Doukyuusei, um clube de artes cibernético que de arte só tem o entusiasmo mesmo pois se encontra abarrotado de poesia, ruminações sobre a vida e universo, análises altamente emocionadas sobre títulos de momentos passados e romance barato para a graça de sua autora que gosta de passar o tempo livre dormindo e acumulando rascunhos no bloco de notas, tal como músicas velhas de CityPop na playlist.
Seguimos de portas abertas e lugares vagos para os curiosos de plantão desde maio de 2015. ★



arquivos gerais

※ fanfictions e marcadores

Pertencem a autora as ideias, poemas, universos e tramas que compõem suas fanfictions; os personagens utilizados nestas pertencendo a seus respectivos autores, assim como grande parte das imagens utilizadas para ilustrar postagens e capas. Algumas de suas produções fictícias podem ser facilmente encontradas no +Fiction, Spirit Fanfics assim como no ao3 (en inglês) também. ★



(atogaki) sotsugyousei

※ blogues singulares e os créditos
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quem reiste, sofre
quem se rende, cresce
o que você precisa aceitar para que a leveza
chegue a sua vida, qual ciclo encerrar para que sua alma
volte a sorrir,
quando você concorda com tudo como foi você permite
que o universo te surpreenda. é hora de aceitar,
agradecer e se abrir para o novo.